Beth Cavalcante
Anônimo de Perto
Luiz Barbosa
Valdilei Bispo
C.Ferreira
Francisco Rangel
Sérgio Christianini
Aron Correa
Nelson Sakae
Evaldo Caixeta
Porfirio Menezes
Gabriela Menezes
José Louco
De Longe
Raul Carneiro
Al Capone
Xavantão
Duplex
Leo Valqueire
Fernando Vieira
Americano
Pio Pinheiro
Ana Kopler
Ricardo Micka
Ricardo Micka Jr.
Paulo Cassa
El Aragones
Everton Correa
Alex Republicano
João Camargo
Roberto Fonseca
Marquinho JPG
05 agosto 2011
Lista dos participantes do Torneio do GP Brasil
Se você efetuou inscrição e seu nome não se encontra nesta lista, entre em contato. Por enquanto, são 32 participantes que farão parte deste Torneio do GP Brasil.
04 agosto 2011
Domingueiras no Jóquei Clube
Autor(a): Mário Lopomo | história publicada em 15/1/2008
Estar no Jóquei Clube aos domingos era a mesma coisa que passar uma tarde no circo. Ou seja, coisa deliciosa. A diferença é que no circo a lona te protege (quando não está furada) e no jóquei por ser a céu aberto, a gente está sujeito a chuvas e trovoadas. Não só pelas intempéries, como pelas apostas perdidas, muitas vezes por palpites alheios.
A primeira vez que fui ao Jóquei Clube foi no primeiro de maio de 1953. Faria eu, 14 anos, três dias depois. Nesse dia, meu pai foi com um amigo aproveitando aquele feriado de céu azul de outono, levando meu irmão e eu. Lembro-me que para passar pela catraca meu pai teve que assinar um documento para o juiz de menores que estava de plantão. Antes de entrar ele teve que ouvir a recomendação de não deixar eu e meu irmão nas proximidades dos guichês de apostas.
Então, enquanto meu pai estava na arquibancada com seu amigo vendo o canter (apresentação dos animais que iam correr no páreo) e, em quem ia apostar, eu e meu irmão ficávamos catando poules (bilhetes de apostas) no chão, jogados pelos apostadores que já haviam perdido.
Quando chegou a vez do páreo principal, fui até perto de meu pai e seu amigo, peguei o programa e resolvi dar um palpite.
- Pai, joga no Cyro número um, vai montado pelo Pierre Vaz, está com 440 quilos, os demais estão acima dos 500.
Meu pai ficou bravo.
- Cala boca, moleque. Fica aí dando palpite errado.
Dada a partida, Cyro já foi para a ponta saindo lá da metade da reta oposta, na curva da vila hípica manteve a ponta, na cabeça da curva também. Quando entrou na reta final, Cyro despachou de vez a parceirada, quando passou pelo totalizador estava com três corpos de vantagem, e assim cruzou o disco final. Meu pai olhou para seu amigo e disse:
- Mata essa!
Seu amigo ria de canto a canto da boca, e soltou:
- Nasceu mais um turfista.
Realmente nasceu. Dizem que filho de peixe, peixinho é, anos mais tarde estava eu em condições de entrar no jóquei e fazer minhas apostas. E o método de meu pai de não jogar muito, foi conservado por mim. Em casa nunca faltou comida por causa dos cavalos.
Vi grandes craques no Jóquei. Antes de ir ao jóquei, acompanhava as transmissões, em 1951 e 1952, já havia Gualicho, um craque argentino radicado aqui em São Paulo que fazia miséria nas pistas, tanto na pista de grama, como na de areia, sempre com Olavo Rosa em seu dorso.
Depois apareceu Adil, que foi tricampeão do grande prêmio São Paulo, 1953, 54 e 55. Sempre montado por Lodegar Bueno Gonçalves. O interessante é que Adil não tinha o perfil de um cavalo ganhador. Ao contrário da maioria, ele era um animal de pequeno porte, pretinho, por quem ninguém dava nada. Foi assim que os cariocas o viram num Grande Prêmio Brasil e ficaram assombrados ao final da corrida, onde deixou seu nome gravado.
Mais tarde surgiu Farwell, um outro craque, terminou sua curta carreira invicto. Depois, veio Narvik. Já no final dos anos 1970, surgiu Boticão de Ouro, que num Derby fraturou a munheca da pata direita. Seu proprietário não deixou sacrificá-lo para colocá-lo na reprodução, mas ele não resistiu e morreu. Já nos anos 1980, 90, poucos craques surgiram, a cada um que pintava era vendido por milhares de dólares ao exterior (EUA).
Mas eu não era muito de ir ao jóquei, a não ser nos grandes prêmios São Paulo, que eram sempre no primeiro domingo do mês de maio, quando o Prado estava lotado de pessoas muitas bem vestidas. Era um dia em que tinha que ir de terno e gravata. Os desavisados não ficavam sem entrar, tinha sempre alguém vendendo ou alugando gravatas. As mulheres iam de vestidos longos, onde os chapéus eram o tik da moda para as fotos dos jornais e revistas como O Cruzeiro e Manchete, e as reportagens de Ibrahim Sued e Jacinto de Tormes, colunistas de renome nacional. Senhoras e senhoritas que para a plebe, nada mais eram do que mulheres ridículas excessivamente maquiadas, que iam com chapéus exóticos e sapatos de salto Luiz XV e um par de sapatos de salto baixo para colocar depois que o páreo do grande prêmio corria. Lá estava sempre Ibrahim Sued com sua agenda preta colhendo dados para sua coluna, onde no final do ano sempre elegia uma delas como as “deiz” mais, como ele gostava de dizer.
Quando casei, em maio de 1969, trouxe minha esposa para assistir o Grande Prêmio São Paulo, sempre corrido no primeiro domingo de maio, muitas vezes no dia de meu aniversário. Dia 4. Mais tarde quando meus filhos eram pequenos, vinha com a esposa e os filhos que ficavam no Playground brincando.
Outro dia em que as corridas tinham grande interesse era dia de Derby, sempre no penúltimo domingo do mês de novembro. O Prado estava sempre cheio. Num domingo de Derby dos anos 1990, fui ao Prado, era um dia muito quente em que a cervejaria Schincariol mandou barris de chope gratuitamente para os turfistas saborear. Além disso, o jóquei estava fazendo promoções para quem fosse ao guichê fazer suas apostas. Era só guardar as poules e somar uma determinada quantia para trocar por cupons e concorrer ao final, a um carro zero quilômetro, que estava estacionado no gramado das sociais.
Na enorme fila que se fazia nos guichês, eu estava com o repórter esportivo, Ely Coimbra, um turfista fervoroso que ia sempre ao jóquei junto com Mario Sergio, ex-jogador de futebol, já ex-técnico do Corinthians na época. Formando o trio de turfistas estava o ex-jogador do Botafogo do Rio e Palmeiras, o médio volante Rocha, de cabelo encaracolado e bem loiro. Queria falar com um deles? Era só ir ao jóquei.
Passei a ser mais assíduo no Jóquei. Nos anos 1980, lá pela metade da década. Vi coisas fantásticas. Viradores, catadores de poules, gente louca para jogar e sem dinheiro vendendo o que tinha em mãos, a preços de banana. Muitos “entendidos” em corridas de cavalos. Vi também verdadeiros catedráticos, como dizia meu pai, desde quando ficava nos guichês da ximbica do Itaim Bibi (Rua Joaquim Floriano) no início dos anos 1950.
Esses “catedráticos” ficavam na arquibancada do meio, entre as sociais e as populares, onde ficavam os mais duros. Um sabia mais do que o outro. Cada qual tinha o seu favorito do páreo, e depois que o páreo tinha corrido, todos eles haviam perdido a aposta. Aí era uma briga generalizada. Depois voltavam suas vistas para o próximo páreo e assim ia até o último, geralmente o décimo. Eu ficava só de ouvidos e morria de rir. Pois no jóquei tem gente que conserta relógios debaixo d’água, com luvas de boxe.
Num belo domingo do outono de 1987, estava eu entrando nas dependências do Prado, quando vem de encontro a mim Zezo, um velho amigo e ex-diretor do Esplanada, onde eu jogava como goleiro.
- Mário, tenho uma barbada para hoje, é no sétimo páreo. Anota aí. Marca Passo, numero um. Foi o “treineiro” quem me deu. Essa é de cocheira. Zezo não era virador. Ele trabalhava como distribuidor da Água Mineral Pilar, a melhor de todas na época.
Depois dessa informação, me lembrei dos “catedráticos”. Fui até lá e disse: Meus... Ninguém ganha de Marca Passo, no sétimo páreo. Gargalhada geral. Um deles pegou o programa do jóquei que tinha letras vermelhas, ao ver o páreo disse: Xará, bem corridinho faz um terceirinho.
Quando veio o páreo arrisquei cinco cruzados, coisa que não gostava de fazer, pois não gostava de jogar na ponta, e sim fazer trifetas.
Quando correu o páreo, Marca Passo entrou na reta final em primeiro e nos últimos 300 metros deu tchauzinho aos companheiros de páreo. Pagou 5,40 por cada cruzado jogado.
Passei por eles querendo rir, mas segurei o quanto pude. O principal palpiteiro veio até mim e disse:
- Olha, você tinha razão. Antes de correr o páreo fui ao padoque, e verifiquei que ele realmente ia ganhar.
Aí não deu para segurar o riso... Caso fosse verdade o cavalo não pagaria aquele rateio, pois eles iam apostar muito e o rateio de favorito seria o de quando muito 2,10.
Outra coisa de que os catedráticos riam era das pessoas que não tinham o hábito de ir ao jóquei para jogar e falavam que iam jogar num determinado animal, quando esse era um azarão. Eles ficavam cochichando. Num domingo estava um jovem casal que estava indo pela primeira vez. A moça estava deslumbrada com tudo o que via. Já tinham ido para todos os cantos das dependências do Jóquei Clube. Com o programa na mão estava ela, uma fileira de cadeiras abaixo dos catedráticos. Ao ver o canter de apresentação dos animais ela disse ao rapaz, joga naquele, cor de cinza gostei do jeitinho dele. Os catedráticos colocavam a mão na boca para não rir alto. Era o maior azar do páreo. Quando os animais cruzaram o disco, o cor de cinza tinha cruzado em primeiro. Os catedráticos estavam rasgando suas poules, enquanto a moça se pendurava no pescoço do rapaz gritando. O páreo seguinte outra vez um palpite que parecia infeliz mostrou que ela estava com sorte. Outro animal escolhido por ela não tão azarão como o anterior, mas que os catedráticos não gostavam tinha chegado em primeiro e o rapaz indo ao guichê para receber. Daí para frente os catedráticos estavam de ouvido em pé para jogar o que a moça falava, mas não é sempre que o raio cai no mesmo lugar. Eu me divertia muito com aqueles caros “amigos”. Estava sempre por perto deles só para rir.
Outras figuras fantásticas se via no Jóquei. Fanatismo tinha de monte. Um cidadão chamado de Zé Louquinho fazia o percurso do cavalo no pátio perto da cerca com se tivesse montado num deles, ia jogando as duas mãos como se estivesse esfregando roupa num tanque imitando os jóqueis. O povo das arquibancadas ria bastante porque ele sempre caía ao tropeçar em alguma coisa. Tinha também os que catavam poules para ver se tinha alguma premiada. Às vezes tem gente que joga fora as poules mesmo que o animal tivesse ganhado... Era a raiva de o cavalo pagar pouco. Quem sempre estava na captura de poules era Broca, um amigo nosso que quando não estava na agência de Moema estava lá no Prado, foi dele que ouvi uma coisa que não sabia. Muitas vezes um cavalo era retirado do páreo na hora da partida. Por se debater no Box e ficar machucado, ou então por se negar a ficar dócil na partida. Muitos turfistas que tinham apostado naquele animal não ficavam sabendo da retirada e jogavam a poule no chão. Um dia num páreo de mil metros em que os Box ficavam no fundão da pista de grama em linha reta, foi retirado por indocilidade. Pouca gente ficou sabendo talvez pelo alto-falante não estar muito alto. Lembrei-me do Broca, e fui onde ainda se jogava com a poules de cartolina, em que a máquina era manual. Um monte de poules estavam jogadas no chão, me lembro que faturei mais do cinqüenta cruzados.
Os “durangos” de final de jornada é que davam tristeza. Quando chegava o nono ou décimo páreo tinha os desesperados sempre com barbadas e sem dinheiro para jogar. Aí o que tinham em mãos vendiam. Geralmente relógios ou rádios portáteis. E por preços bem baixos.
Muita gente ia ao Jóquei somente por perto dos últimos páreos para essa finalidade, comprar objetos baratos. Ainda bem que a CMTC colocava ônibus grátis para a volta, senão muita gente voltava a pé.
Já nos anos 1980 e 90, existiam alguns animais que conseguiam levar gente só para vê-los correr. A égua Lá Janaina, Thignon Lafré, de Ricardo Lara Vidigal, XV Quilates, e Ojantelle de Vicente Romano foram os animais que mais visibilidade tiveram nesses anos.
Ojantelle, sempre montado por Jorge Garcia, também de Vicente Romano, dava espetáculo na pista. Era um animal que gostava dos 1.100 metros, pista de areia. Ficava sempre nos últimos lugares até os 500 metros finais. Aí dava uma arrancada violenta e ganhava com um corpo ou mais de vantagem. Uma vez levei o Marcos, meu filho caçula, para ver as corridas e ele ficou apaixonado pela corrida do Ojantelle. Adorava ver a arrancada e a violenta atropelada para ganhar. Meu filho quando muito com 12 anos de idade, sempre perguntava:
- Pai, quando vai correr o Ojantelle?
E quando esse cavalo estava inscrito eu o levava. Ele nunca viu Ojantelle perder. Viu sempre daquela forma, arrancando nos metros finais e ganhando o páreo. Depois de uma parada por problemas no casco, ficou em processo de cura, e voltou numa noturna num páreo simples para readaptação. Quando estava fazendo a curva da Vila Hípica, Ojantelle caiu na pista e ali ficou. Jorge Garcia, seu único piloto levantou-se, abraçou o cavalo, deu um beijo e voltou a pé para o padoque. Ojantelle morreu instantaneamente, vítima de um colapso cardíaco.
Outro animal que deixou muita saudade e saiu da pista inutilizado foi Boticão de Ouro. Foi num Derby, que ele machucou uma pata dianteira, desmunhecado, já próximo ao disco. Quando isso acontece o animal é sacrificado ali mesmo e o caminhão próprio para carregá-lo o leva embora. Mas o proprietário de Boticão de Ouro não deixou que ele fosse sacrificado. Tentou medicá-lo e aproveitá-lo na reprodução. Infelizmente o animal não foi muito longe.
Quem trabalha no jóquei tem um carinho muito grande pelos animais. E quem está mais perto dos animais é sempre o cavalariço. Eles são os responsáveis pela alimentação, por levar os animais na pista para treinar logo às cinco horas da manhã, e também por lavar e voltar com os animais no dia da corrida, para a cocheira. Um dia, ao sair do Prado depois do páreo principal indo pegar meu carro no estacionamento, vi um cavalariço conversando com o animal que ia levar de volta para a cocheira. Não acreditei no que estava vendo, e ouvindo:
- Viu só, fez um terceirinho hoje? Daqui quinze dias vai fazer um segundo, e se Deus quiser, logo vai ganhar. Em seguida parou no Box, deu uma ducha no animal e o levou para a cocheira.
É, o amor não é só de quem é proprietário, mas também de quem trabalha com o animal. Todo animal que ganha um páreo tira a foto da vitória. Muitos proprietários colocam o cavalariço segurando a rédea do cavalo para tirar a foto no lugar dele.
Muitos jóqueis também morreram na pista. Candido Moreno, Virgilio Pinheiro Filho, que ficou na reta de chegada numa noturna, próximo à cerca, nos 300 metros finais.
O último jóquei de que tive notícia da morte, foi E. Gelaski, um jóquei novo, teve um sério acidente na pista. Esse eu vi. Foi num sábado ensolarado, com céu azul, de abril do início dos anos 1990. Logo no primeiro páreo. Quando os animais estavam já nos últimos 400 metros, o animal por ele montado caiu e ele ficou por baixo daqueles 500 quilos ou mais. A ambulância que vem depois dos animais para qualquer eventualidade estava na pista de areia, já que o páreo era corrido na grama. Ela passou direto, sem que o motorista nem seu acompanhante vissem o animal caído por cima do jóquei. Foi uma gritaria de todos nós, que estávamos nas arquibancadas sociais.
Quando ela já estava estacionada no padoque é que se deram conta do que havia acontecido, voltando para o local onde o jóquei estava caído. E. Gelaski morreu no dia seguinte. Era um jóquei novo. Tinha saído há pouco tempo da condição de aprendiz. Era oriundo do Paraná, um estado que sempre revelava bons jóqueis e animais.
e-mail do autor: mlopomo@uol.com.br
Cavalo dos Pampas
Por Gerson Gaúcho
Tudo bem caros turfistas, chegamos a semana máxima com o gp brasil e corridas de sexta até terça na gávea, com um torneio interessante aqui no blog, que vale a pena para todos que gostam se inscreverem e participar da brincadeira e ainda poder levar um boa grana. como aperitivo do gp brasil vamos ter dez páreos bem cheios nessa quinta em poa, no hipódromo do cristal, começando a reunião ás 15hs, aqui no sul está um frio e vento de congelar qualquer um..... vamos as dicas para esse quinta então:
1° páreo: abertura da jornada, onde indico xiquenourtimo que estreou bem, vindo de sp e melhorou, como inimigos big hardy e quinteros mann, os demais eu não acredito. ordem: 1- 3- 6.
2° páreo: páreo mais equilibrado, vou indicar early action que veio de sp e venceu, como inimiga a confirmadora desejata tiger, perigosa ainda morena de fé. ordem: 6- 7- 8.
3° páreo: forfait nesse páreo o número 3, vou indicar pela última vez sonho real, que tem fama e nunca confirma, para dupla deixo red clow, e como séria diferença quick runner. mas o páreo é muito equilibrado. ordem: 6- 8- 7
4° páreo: pesos especias de velocistas. vão sair queimando dalloz por dentro e double punk por fora, acredito na vitória de double punk, para segundo dalloz. e como rivais terríveis para ganhar de atropelada, istmo e uniboy di job mesmo na areia. ordem: 8- 1- 6.
5° páreo; perigoso, cheio de estreantes, vou com o corrido sublime blue, para dupla o estreante comentado relincho famoso, depois mr. niki e tempest black. ordem: 4- 5- 1.
6° páreo: confio na vitória de dois esquerdos, como seus rivais indico o alpinista e ricrut famous. ordem: 9- 3- 1.
7° páreo: esta vou indicar para meu amigo nanoctba: big inalcançável que agora largando melhor será a vencedora, dupla aparentemente dividem as chances fantasia do sissi e a faixa da minha indicada: big inicência. cuidado ainda com o estreante do palura número 9 ordem: 10 - 5- 7.
8° páreo: clássico preparatório para o protetora, onde teremos o forfait do favorito grecco sim que estava com febre durante a semana. vejo pela turma e distância 2 nomes fortes: boy cott e don macanudo, mas o meu amigo do blog , o boa gente piter porto e sua parceria estão levando muita fé na vitória do seu animal real estate que vinha correndo em 1.400m em pelotas contra quadriveloz, puglia e veio para o cristal e venceu bem em 1.200m turma muito fraca e agora salta para 2.200m, vamos aguardar sua corrida..... inimigos ainda e com chance relativa tonton macoute e boa praça: ordem: 3- 11- 10.
9° páreo: aqui deve vencer urbino danz que vai agradecer o aumento da distância, para dupla deixo o atropelador deu certo, cuidado ainda com kid birthday e o estreante jet storm. ordem: 1- 5- 7.
10° páreo: encerramento da jornada, páreo de claiming, cheio o campo, onde se destacam puglia e pé de vento num plano superior, e em outro plano ficam grand crack, selo escarlate que está voando e o atropelador virgílio danz. ordem: 12- 7- 6.
bom fim de semana a todos, e muito boa sorte no festival do gp brasil. vou deixar as dicas que considero as melhores dessa quinta. abraço e saúde a todos. GERSON GAÚCHO.
- Xiquenourtimo
- Double punk
- Big inalcansável
- Urbino danz
- Puglia.
03 agosto 2011
Quem é meu dono?
Ajudem a estes triste cavalinhos a encontrarem os seus queridos proprietários, grandes personagens da nossa História. Lembrem-se que, como todo bicho de estimação, esses animais assimilaram certos traços da personalidade dos seus donos e dão dicas importantes para que se descubra o nome de cada um.Guillotine - Não sou de muito ganhar mas quando vou para foto, não perco nenhuma, pois, assim como minha proprietária, tenho a cabeça descolada. O sangue dela é real e o único problema da mesma foi com a Revolução. Nossa farda é a tradicional azul, branco e vermelho em verticais.
Black Or White - Tenho a maior raiva do meu dono, pois até quando vai me montar não tira a mão do peito. Foi por causa dele que recebi este apelido , que, de tanto que foi pronunciado, acabou se transformando em nome de verdade. Tudo por causa de uma brincadeira boba que começava assim: "de que cor é o cavalo branco". Já repeti mais de mil vezes que esse cavalo sou eu, mas ninguém acredita, só porque eu sou escurinho. Além disso, brigamos feio. Ele queria dominar o mundo todo e me levar junto nessa aventura. Um disparate, já que nasci com um único objetivo, ganhar o Arco do Triunfo.
Chopp In House - Meu dono costuma me chamar de hipócrita, só porque eu, invicto em dez apresentações, usava de falsa modéstia ao me qualificar de "cavalo mediano". Tudo culpa dele, um pessimista nato, que não acreditou em vitória em nenhum dos dez triunfos conquistados. O cara é um atormentado, já me deixou com problemas psíquicos de tanto dizer que um dia ainda morro na raia. O pior é que eu acredito. Nunca mais corri desferrado e agora só uso ferraduras com agarradeiras.
Dorian Gray - Por culpa desse nome, não consigo envelhecer em paz. Por mais que o tempo passe não consigo me livrar desse meu jeito de potro sarado. Em compensação, o meu retrato...
Zaratrustra - Sou o legítimo matungo, meu proprietário me enfiou na cabeça que "o cavalo é uma ponte". Não entendi o recado, mas, por via das dúvidas, quando vejo uma bola fico empinando de um lado para o outro. Vai que ele quer ver meu desempenho como goleiro. Fechei raia várias vezes, só de birra, quem manda ele ficar falando que Deus morreu. Me nego a acreditar que o Farwell não seja eterno.
Rei Do Egito - Fico chateado com os preconceitos. A primeira coisa que vem na cabeça das pessoas quando cito minha proprietária, é pensar em orgias e devassidão. Muita injustiça, pois ela governa seu povo com retidão, sabe falar em uma boa quantidade de idiomas e tem uma cultura de dar inveja. Me adora, também, a prova está no meu nome. Ficou eternamente agradecida quando quis jogar umas pules em meu taco, em uma corrida que atravessava o Saara e eu retruquei, "Majestade, nesta pista e distância só correm dois: o camelo é barbada e o dromedário forma a exata".
02 agosto 2011
Sobre o Torneio do GP Brasil
Aos participantes do Torneio do GP Brasil, três informações que devem ser repetidas, pois são importantes:1) O pagamento da inscrição tem de ser enviado até quinta-feira, impreterivelmente.
2) Já para o envio das indicações, o prazo é o das 23h59min da sexta-feira. Lembrando que haverá uma postagem no blog, especificamente para este propósito.
3) Não será permitido o envio de indicações por email. Se o participante ficar em dúvida se o seu prognóstico chegou, via comentário do blog, aí sim pode utilizar o email pedindo confirmação da mesmo.
Torneio do GP Brasil
1)Data:
O Torneio do GP Brasil será realizado nos dias 6 e 7 de Agosto, com as corridas da Gávea.
2)Provas que comporão o Torneio:
Serão seis páreos no total, todos de Grupo I:
Sábado:
a) GRANDE PRÊMIO MAJOR SUCKOW (GRUPO I) (Velocidade) - 1000 metros. 4º páreo
b) GRANDE PRÊMIO JOÃO ADHEMAR E NELSON DE ALMEIDA PRADO (GRUPO III) (Potrancas de 3 anos) - 1600 metros. 5º páreoc) GRANDE PRÊMIO ROBERTO E NELSON GRIMALDI SEABRA - TAÇA OSAF (GRUPO I) (Éguas) - 2000 metros. 8º páreo
Domingo:
d) GRANDE PRÊMIO JOSÉ PAULINO NOGUEIRA (GRUPO III) (Potros de 3 anos) - 1600 metros. 4º páreo
e) GRANDE PRÊMIO PRESIDENTE DA REPÚBLICA (GRUPO I) (milha) 1600 metros. 5º páreof) GRANDE PRÊMIO BRASIL (GRUPO I) 2400 metros. 7º páreo
3) Inscrição: (Atenção)
As inscrições, no valor de R$ 30,00, deverão ser depositadas, impreterivelmente, até quinta-feira, 4 de Agosto, na seguinte conta (não se esqueçam de confirmar a inscrição via email):
BradescoAg: 0504conta: 75569-9
4) Envio das indicações: (Atenção)
Devem ser enviadas da seguinte forma:
a) até as 23h59m da sexta-feira.b) será destinada uma postagem, que ficará sempre no topo do blog a partir de 3 de Agosto, quarta-feira, para que vocês possam inserir seus prognósticos, via comentário (só publicarei as mesmas, depois do horário limite para o envio).c) não serão aceitas indicações enviadas por email, portanto quem não aprendeu a utilizar os comentários do blog peço a gentileza de avisar, para que eu possa mostrar o procedimento.
5) Formato do envio:
Quilômetro: 7/10/36)Pontuação:
Potrancas: 4/3/14
Éguas: 1/12/3
Potros : 4/3/5
Milha: 8/2/13
GP Brasil: 12/4/5
A pontuação é a seguinte:
Trifeta na ordem: 36 pontos
Trifeta combinada: 20 pontos
Exata: 18 pontos
Dupla: 12 pontos
Vencedor: 10 pontos
7)Premiação:
A distribuição de prêmios é a seguinte:
a) 1º lugar: 80% do total arrecadado em inscrições e contribuições.Não haverá desempates. Caso competidores cheguem empatados nas duas primeiras posições, divide-se o prêmio.
b) 2º lugar: 20% do total arrecadado em inscrições e contribuições.
Obs. Já temos 120,00 de contribuição do vencedor de nosso último torneio, José Romeu Ribeiro Bastos Junior
8)Forfaits:
A substituição de forfaits obedecerá a seguinte regra:
a) substituição da terceira indicação: o participante concorrerá com o número imediatamente abaixo. Não havendo número abaixo, volta-se para o primeiro número de cima que corra e que não seja um dos dois apontados na indicação.
b) substituição da segunda indicação: a terceira indicação passa a ser a segunda. A terceira indicação fica exatamente como descrito no item "a".
c) substituição da primeira indicação: segunda e terceira indicação passam a ser primeira e segunda indicação. A terceira indicação fica exatamente como descrito no item "a".
Ex: marcou 1/2/3
a) o 3 fez forfait. Concorre com 1/2/4.
b) o 2 fez forfait. Concorre com 1/3/4.
c) o 1 fez forfait. Concorre com 2/3/4.
9) Depósito dos prêmios:
Aos vencedores pede-se uma conta Bradesco ou Itaú para se efetuar o depósito do prêmio que fizerem juz. Qualquer outro banco, o depósito irá via DOC, caso em que as despesas da transação correm por conta dos premiados. O pagamento dos prêmios será efetuado até o dia 12 de Agosto.
01 agosto 2011
Aprendendo a comentar no blog

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4) Nova janela com dois espaços para preencher. Escreva seu nome e despreze e deixe em branco o espaço "URL". Clique em "Continuar".
5) Clique em "Postar Comentário".
6) Fim.
Postagem feita especialmente para aqueles que vão participar do Torneio GP Brasil e ainda não sabem colocar um comentário no blog
Indicações do Paulo Cassa
P E N E T R Ô M E T R O 5.8 ( manhã / 9h )Achei muito legal, ter presenciado, alguns turfistas em posse da impressão das minhas indicações, do blog do Aron, tanto na agência como no JCSP. Isso mostra como os turfistas necessitam de informações complementares, de pessoas como nós, Aron, Fabio Leon, Weda, Fonseca e outros estudiosos, que além de estudarmos, ficamos atentos a detalhes. Eu pessoalmente, quem me conhece, sabe que estou sendo muito sincero, tenho prazer de tentar colaborar , com quem me pede opinião. Detalhe que presenciei até jogadores de paralelo, com o impresso na mão.
Aqui em São Paulo, o dia amanheceu cinzento, não acredito que chova, o máximo que teremos vai ser uma garoa.
Os treinadores que tem animais inscritos para correrem desferrados, devem deixar seus animais correrem com ferraduras.
Vamos as indicações:
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1º páreo. Al Book 2, indicação firme. Absoluto. Indicação firme para os Picks inicial e final.
Indicação 2
2º páreo. Alegoria 4, estreou, correu junto com as ponteiras. Nesse páreo fraco ela pode ganhar. Flecha Básica vem de correr páreo bem mais forte, mas hoje não indo desferrada, acredito que diminua de rendimento. L' Isola, vem de correr páreo bom, 1.000m, e chegou com atuação regular, nesse páreo fraco pode chegar. Olympic Iberian, acredito que seja a favorita, mas na minha opinião tem mais fama que pernas.
Indicação 4
3º páreo. Cem Banhos 7, na penúltima reaparecia de 7 meses em páreo bem superior a esse, chegando próximo dos ponteiros. Na última acredito que tenha fracassado pela hemorragia e também o páreo era muito mais forte. Hoje corre pela 1ª vez de Lasix .
Indicação 7
4º páreo. Domin-Bile 5, vem melhorando a cada corrida, ligeirão, tem que temer os estreantes Pippa 4 e Albalux 6. Caso os estreantes fracassem a dupla com Dayana Style fica melhor opção. Para informação Albalux venceu páreo p inéditos, na sua 1ª vitória em Madalena/Recife. Dr. Carlos Baltar seu proprietário e agora também criador de PSI é um grande apaixonado pelo turfe e tem investido na criação.
Indicação 5.
5º páreo. Brieta 6, absoluta. Ponto firme.
Indicação 6
6º páreo. Puts Grilo 4, correu páreos fortíssimos na Gávea, inclusive Grupo III, vencido por Desejado Thunder. Retorna para São Paulo como força destacada. Diferença Anjo Conquistador 8. Demais não gosto. Capitain Pirada correndo com ferraduras, acredito que deva diminuir de rendimento.
Indicação 4
7º páreo. Pela falta de animais, com retrospecto razoável, vou com Thunder Heigts 8, que apesar de ter chegado longe na sua última atuação, correu páreo superior a esse. Ainda com chance, estreante Que Coquetel 1, Palm Spring 2, se a raia tivesse boa p desferrados, seria minha indicada, com ferraduras deve diminuir, Set American 5, estreia regular em páreo de turma, aqui pode chegar.
Indicação 8
8º páreo. Ijubinha 2, vai ser minha indicada, diferenças Le Guilvinec 6 e Baba Baby 7, que Marcelo Augusto explicou que parou apenas para descanso e que está tinindo. Para informação o animal Listador 3, em 18/06/2011, correu no Hipódromo de Lagoinha e fez 4º lugar para Show My Emblem, Retrato Falado e Super Trio.
Indicação 2
9º páreo. Swiss Law 3 , correu páreos fortes e tem destaque nessa chamada misturada de turma e claiming. Diferenças, Gol Tricolor 1, retorna de mais de 6 meses, venceu na última em ótima marca e Gato da Guanabara 2 , na última reaparecia de 8 meses e teve boa atuação. Para concursos e Picks 1/2/3.
Indicação 3
10º páreo. Camarim 5, tem amplo destaque nesse páreo. Na última foi acometido de hemorragia grau 5. Deu uma parada para se recuperar e retorna de L1. Pela categoria é ponto firme p fechamento de Picks, Acumuladas e Concursos.
Indicação 5.
SUGESTÃO p PICKS
1º 2
2º 2/3/4/5
5º 6
1º 2
9º 1/2/3
10º 5
5º 6
9º 1/2/3
10º 5
Gávea
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