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02 fevereiro 2016

Posicionamento da ABCPCC

Stud Figuron & VarandaA ABCPCC, finalmente , se posicionou a favor de criadores e proprietários, intimando  a Diretoria do JCSP (leia-se ERA) a dar satisfações pelo longo tempo sem pagar os prêmios para estes dois pilares das corridas PSI.

Amigos amigos, negócios á parte. Não dava mais para ficar calado perante o silêncio absurdo de quem deve e não paga, e pior,  não dá nenhuma satisfação. Quero deixar claro que fui um dos que apoiou a atual diretoria quando da eleição, mas se arrependimento matasse, eu já estaria dizimado há muito tempo.

Faço votos que a ABCPCC não fique apenas  nesse Ofício, mas que faça tudo que estiver em seu alcance para reverter a sirtuação tenebrosa que a atual diretoria deixou o Clube. Por enquanto, fica aqui registrado a minha aquiescência pela primeira medida. Que o cerco se aperte...

12 janeiro 2016

Amenidades nada amenas

Stud Figuron & VarandaDepois de cinco anos sem pisar no JCSP, voltei a faze-lo neste final de semana que passou.
Desde já, deixo claro que rever os amigos que há muito não via, não tem preço, mas esse introito elogioso são as únicas linhas afáveis nesta postagem...

O começo já foi torto, porque segui a indicação de alguns amigos e resolvi ir de Metro até o Butantã e depois fazer o caminho por dentro do Jockey. Queria mostrar para minha filha (sim, a Rafaela gosta das corridas) o retão gramado bem de perto. Pois bem, fui barrado pelo porteiro (disse-me que por aquele caminho apenas funcionários e proprietários poderiam entrar). Argumentei que já fui proprietário, tendo modestos 24 cavalos correndo sob a farda do Stud Pituquinha, em um passado não muito distante. Não convenci o rapaz, que talvez tenha sido admoestado por algum gerente, já que dois ou três dias antes, passaram por portarias do JCSP criminosos que explodiram Caixas Eletrônicos.

Ao chegar no santuário que outrora era o Restaurante Charlot , a menos de 15 minutos da realização do primeiro páreo, percebi que no espaço que antes ficavam mesas, cadeiras e máquinas com atendentes para se apostar, não havia nada. Mais pasmo fiquei ao perceber que nem nos camarotes tinha qualquer pessoa. Minha filha perguntou neste momento: "Pai, Cadê os amigos que o senhor disse que tinha?" Alguns chegaram depois, felizmente. Mas aquele ambiente deserto, em que acompanhei o Cânter da primeira prova foi o segundo gosto amargo da tarde, isso que a reunião nem tinha começado.

Mais tarde, dei uma passeadinha pelas dependências do Clube. Incrível, todos os restaurantes fecharam, (com excessão daquele que ocupa a metade do espaço que o Charlot ocupava). Perdi as referências. Sabia que amigos frequentavam tais restaurantes, queria encontrá-los, mas como?

Os páreos se sucediam, modorrentos, sem torcida, sem gritaria, sem emoção. Tudo tão estranho. Será que havia perto de 200 pessoas em todas suas dependências? Que tristeza, Jockey! Vê-lo assim, descaracterizado, despedaçado, sem vida... Você que tem espaço cativo nas minhas recordações. Você que foi palco de minhas maiores emoções. Arena sagrada que abrigou craques de todas as distâncias. Lembro da primeira vitória. Do  único Clássico, vencido com o cavalo Noble Chief e sinceramente choro.

Só me resta torcer por um milagre. Sim, o majestoso hipódromo só escapa da derrocada total, caso um milagre gigantesco ocorra com a máxima brevidade. O fechar as portas arranca duro pelo lado de fora...

03 dezembro 2015

Pocotó Pocotó Longines

Stud Figuron & Varanda
Vejam uma resenha das corridas de sábado passado na GV:
1) Tempo 1s para cima.
2) Replay sem a largada (não deu para conferir).
3) Tempo 1,3s para baixo.
4) Replay ou acelerando ou em marcha lenta (não deu para conferir).
5) Milagre. Acertaram a primeira aferição.
6) Tempo 0,7 para baixo.
7) Acertaram de novo, que coisa...
8) Certo
9) Certo
10) 0,4 para baixo.

Em dez páreos que tinham a obrigação de ter o tempo correto, de ter o replay mostrado da mesma forma, a lambança foi a tônica em SEIS. QUEM SABE ELES CAPRICHAM MAIS E MAIS NA LAMBANÇA E CONSEGUEM ERRAR EM tODAS AS AFERIÇÕES NESTA SEMANA QUE ENTRA.
Na entrevista de sábado, disseram que um Longines vem aí. Pocotó Pocotó Longines, arranca duro por favor.
P.S Não confundir Longines com Cortines, porque senão estamos mais ferrados ainda.

31 março 2015

Minha paciência com o descaso está no limite

Stud Figuron & VarandaAo analisar  as corridas deste final de semana em Cidade Jardim, me  chamou a atenção o fato de Àfrica  (4 anos com 1 vit.) ter colocado tempo  cerca de 0.6s melhor que Brave Caroline (3 com 1). Como a distância das provas, os dois quilômetros, permitem tais discrepâncias, dei de ombros, mas fiz como São Tomé e fui lá cronometrar  os tempos para finalmente acreditar no milagre. Vejam os tempos cronometrados:

Brave Caroline - 2´07´´69 (correto).
África - 2´07´´10 (incorreto). O certo seria 2´08´´50



Vejam que diferença brutal. Caso as duas fossem correr em uma prova misturada (é o que mais há em CJ atualmente), quem joga se baseando em tempo, a maioria, estaria sendo ludibriada pela incompetência generalizada que se instalou no fornecimento de dados aos apostadores. Não é caso isolado! Toda semana temos fatos parecidos com este, ninguém faz nada para coibir. Ora, quem poderia fazer algo é, sem dúvida, algum dirigente que goste de corridas de cavalo. Me parece que a maioria gosta de criar, gosta de tirar campeões, gosta de ter seus craques, mas não está nem aí para "A CORRIDA DE CAVALOS". Só alguém com força política poderia chegar na Comissão de Corridas e relatar que as informações passadas para a comunidade turfística está uma vergonha e que urge melhorar. Tempos errados a todo momento, Turf Record completamente enlouquecido, com várias informações sendo suprimidas, desferrados constando como tal, sendo que foram ferrados por chuva durante a programação (caso específico da Gávea).

Entendo que, sendo os Jockeys as instituições mais corporativistas  do mundo,  fique complicado alguém que tenha certo poder de pressão, ir se meter a "chato" e cobrar setores que nunca foram cobrados, mas acordem, o Turfe não morre apenas por falta de patrocínio e desinteresse da midia e da população. Morre, também, pelo espetáculo pobre oferecido. Morre pelo descaso, pela falta de acurácia no fornecimento das informações  técnicas. A engrenagem toda está funcionando mal, mas nesta parte técnica, para se ter uma melhora significativa, não precisa de quase nenhum investimento, apenas vontade de oferecer ao apostador  as condições ideais para poder escolher seus favoritos, DADOS PRECISOS. No fim das contas, este, com suas apostas, é o que pode evitar que as corridas desapareçam. Não existe corrida sem jogo aqui no Brasil, embora alguns puristas não gostem disso.

Enquanto isso, o relógio eletrônico de CJ parece que descansa em berço esplêndido e por toda a eternidade.

26 março 2015

Desempenho em queda

Stud Figuron & VarandaAlguns tópicos sobre o desempenho do JCSP em 2014:

a) O movimento Geral de Apostas de 2014 (R$ MIL 130.320) caiu cerca de 10%, em termos reais, em relação ao ano de 2013.

b) A distribuição de prêmios em 2014 (R$MIL 21.711) caiu cerca de 7,5%, em termos reais, em relação ao ano de 2013

c) A retirada média sobre as apostas em 2014 foi de 25,1% em 2014, apresentando uma evolução em relação a retirada de 24,6% de 2013.

d) O total das dívidas em 31/dezembro/2014 atinge cerca de R$ 150 milhões, uma redução de cerca de R$ 130 milhões, em termos reais, se comparado a 31/dezembro/2010.

e) As despesas com folha de pagamento foram de R$ MIL 25.835, um crescimento real de 3% em relação ao ano anterior
 
f) As despesas com serviços terceirizados foi de R$ MIL 11.003, um crescimento real de 22% em relação ao ano anterior

16 dezembro 2014

A "mudernidade"

Juro que não quero, mas voltar as críticas é obrigatório. As corridas desta semana do JCSP foram pessimamente gravadas pelo setor responsável. São vários páreos que tem sua partida cortada, até chegar ao desplante de, na prova que a Princesa Lara vence, oitavo páreo de domingo, mostrar os animais todos dentro dos boxes e cortar abruptamente com eles passando a seta dos 600 metros finais.
Fora isso, parece que o cronômetro estragou de vez, há 45 dias que o desagradável relógio manual voltou a imperar.
E eu que sonho com chips nos animais para ver a real distância percorrida, e eu que sonho com os parciais das provas, e eu que sonho com imagens da pistas sendo marcadas pela precisão dos computadores, para darem realmente a posição dos animais de forma correta.
Pena que as pequenas modernidades alcançadas já estão sucateadas e ninguém se rebela. Dedo humano para marcar tempo é tão arcaico e nossos dois hipódromos principais se utilizam do recurso sem ter pejo algum...

26 outubro 2013

A mesma ladainha de sempre

Stud Figuron & Varanda

Na última semana, o Jockey Club de São Paulo recebeu notificações de penhoras judiciais de grande parte do valor a receber pela venda do prédio da rua Boa Vista. Os advogados do Clube, tem até a próxima semana para reverter essas penhoras. Em caso negativo, o Clube não conseguirá arcar com os compromissos, inclusive de pagamento de prêmios.

A pergunta que fica: o setor jurídico do JCSP não sabia sobre estas penhoras? Fica difícil de se sustentar dessa forma, pois a esperança era a venda do prédio. Todo mundo afirmando que, em isso acontecendo, os problemas emergenciais estariam resolvidos, e agora o que se vê é que tudo vai continuar como antes, caso esse processo não seja revertido.

Quem sabe mais uma venda e depois outra. Francamente....

30 setembro 2013

Extra, Extra

Stud Figuron & Varanda

* Acaba de ser vendido o prédio da Sede Social do JCSP.
Valor: R$ 90.000.000,00 (noventa milhões)

Assim que souber de maiores detalhes, faço nova postagem.

21 agosto 2013

Por intervenção divina, Disco B some da programção

Stud Figuron & VarandaDando meu passeio diário pelo Facebook, vi uma postagem do Roberto Fonseca, dando conta de deliberação da Comissão de Corridas do JCSP:


1ª) Comunicar que, em razão de problemas técnicos com o Fotochart do Disco B e sua paralização temporária, os páreos chamados para o dia 1° de setembro de 2013 na distância de 1.200 metros – pista de grama, passarão para 1.000 metros – pista de grama. Na possível extensão do prazo de manutenção do citado fotochart os páreos chamados em 1.200 pista de grama terão suas distâncias alteradas para 1.000 grama ou 1.300 metros grama, dependendo dos outros páreos programados para cada enturmação. Estas eventuais mudanças serão comunicadas com antecedência.

Fiquei surpreso ao ver que no próprio Facebook, as opiniões sobre as corridas que terminam neste disco, terem bastante adeptos, sempre achei que o mesmo era  desabonado por praticamente toda a coletividade.
Da minha parte, acho que corridas que não mostram a chegada para os poucos abnegados que vão ao Jockey assistir as corridas ao vivo, não deveriam jamais serem realizadas. O típico caso de marketing as avessas.
Por isso, fiquei muito contente com a suposta falha do equipamento, pois estamos em fins de Agosto e com a demora com que todo este tipo de situação costuma ser tratada, não vejo como o Fotochart estar apto a funcionar antes das novas eleições para presidente. Como duvido muito que qualquer outra diretoria mantenha este Disco B, isso significa o fim do mesmo, o que não deixa de ser uma notícia boa.
Precisou uma intervenção vinda dos céus para que tivéssemos uma boa nova, palavras de um ateu quase arrependido...








18 julho 2013

Quando ganharemos algo?

Stud Figuron & Varanda Recebi a informação de que, a exemplo de A.M.Souza, os jóqueis F.Leandro e A.C.Silva também vão se mudar para o turfe carioca. Se isto vier a se confirmar, é mais um bom problema para a Comissão de Turfe do JCSP. O caso é sério, pois a quantidade de jóqueis disponíveis, vai chegando ao limite do perigoso. É só conjugar uma prova com muitas inscrições e uma semana de bom número de ganchos e está criado um problema grave.
Quanto tempo o hipódromo de Cidade Jardim vai levar para reaver o que perdeu nestas duas últimas gestões. Perda do JCSP mas nossa também. Perdemos páreos, de 10 baixaram para 9 ou 8. Perdemos números de inscritos por prova. Perdeu o apostador graúdo,  no movimento pífio e que em consequência, retraiu o seu volume igualmente (ninguém é bobo de jogar alto em pules que despencam drasticamente  após o jogo). Perdemos opções de jogos, principalmente no simulcasting (cadê o Betting e o Fast da GV?). Perdemos Moreira, perdemos Domingos, grande ídolos. Agora perdemos os pequenos ídolos, se é que podemos chamar o campeão F.Leandro de ídolo. Perdemos finais de semanas sem corridas. Perdemos a luta contra a escuridão (vai chegar a mais de dezena os apagões durante as programações). Perdemos criadores, perdemos proprietários.
Quando ganharemos algo que não seja o Disco B? Quando ganharemos algo mais substancial do que carta de intenções com empresas que nos apresentam como verdadeiras tábuas de salvação, e não são, são só empresas que também querem levar o delas...O pior é que projetando as perdas um pouquinho para frente, não é preciso esforço mental nenhum para sabermos qual será a próxima. Não falta muito para que tenhamos apenas duas reuniões semanais  na maior cidade da América Latina. Será que o outrora imponente Hipódromo de Cidade Jardim, vai se transformar no que a Vila Guilherme se transformou para o Trote?

09 julho 2013

Urgente esclarecimento

Stud Figuron & Varanda Turfista: você se lembra da semana do GP São Paulo? Lembra do convite do JCSP para Coletiva de Imprensa que tinham estes dizeres no primeiro parágrafo:


A diretoria do Jockey Club de São Paulo o convida para participar da coletiva de imprensa que marcará o anúncio oficial da parceira entre o Jockey Club de São Paulo, o Grupo Bandeirantes de Comunicação, maior conglomerado multimídia do Brasil, o Grupo CODERE, multinacional de capital aberto, líder no Turfe na América Latina e o Grupo Churchill Downs, expoente de tecnologia e estratégia de distribuição de conteúdo, responsável pela realização da maior e mais importante prova do Turfe Mundial, o Kentucky Derby.

Pois bem, estamos esperando avidamente para que a parceria comece, pois o "anúncio oficial" acima fez toda a coletividade turfística pensar em assinatura de contrato com as empresas envolvidas. Gostaria que alguém da diretoria, que responde por esta parte, informe os turfistas, no sentido de se saber o que foi assinado  àquela época. Foi o Contrato, como acreditou todo mundo? Ou foi apenas a Carta de Intenção de Parceria? Caso seja esta segunda hipótese, para mim um propaganda enganosa se concretizou e  aí tivemos um Marketing falso  para promover o GP São Paulo, pois não há turfista que não pense na primeira hipótese como verdadeira.
Quem será que vai dar uma luz neste caso? Quando vai começar a parceria, talvez a única esperança atual de Cidade Jardim?

05 junho 2013

Um páreo esquisito

O palco foi  Cidade Jardim, eram 17:50 do sábado, quando largou o oitavo páreo, um claiming para produtos de 3 anos sem vitória transferido para a areia.
Já externei aqui no Turfemania que, atualmente, até os páreos de 3 anos com duas vitórias, frequentemente saem bem fracos, e se procurarmos um pouquinho, veremos alguns potros que correram claiming, vencendo este tipo de prova. Alguns exemplos que me vêm a cabeça são os de  Usbek Thunder, Entrepreneur e Rumbador.
Mas voltando a esta prova de sábado, o que se dizia antes da carreira é que Cadete Almir era força com algum destaque, pois tinha na linha de seu retrospecto um terceiro para Jhonny Boy (já com três vitórias) e Timbú do Recife bem perto, dois animais que seriam pule de dez nesta prova.
Mas havia pelo menos uma nuance no páreo: Fantastic Four, do mesmo treinador de Cadete Almir, vinha de uma boa corrida na areia, e, se riscássemos o favorito, era nome que poderia chegar tranquilamente ao topo do placar. Só para não deixar passar, havia mais dois concorrentes com alguma chance de vencer o claiming, Amigo Punk e Kito Buck (este havia derrotado àquele que seria o vencedor da prova, por nada menos do que oito corpos).
Passemos a falar deste que foi o ganhador da prova: Quilate de Ouro, de A.Magalhães Fº. O que mais me chamou a atenção, depois que os competidores cruzaram o disco, foi o fato deste defensor do Bandeirantes ter sido marcado para primeiro  pelo indicador da Revista Turf Brasil . Analisem comigo: nas últimas três carreiras o filho de Banking tinha chegado em todas elas na quarta colocação, e se falarmos apenas isso, até parece que as chances poderiam ser boas. Mas vamos aos senões: foram três provas de claiming, e aqui o mais grave, tirar quarto atualmente em Cidade Jardim, pode em alguns poucos casos ser último, em outros não tão raros, penúltimo, e na maioria das vezes, antepenúltimo. Vejam:


Percebam que são dois antepenúltimos e um penúltimo, sempre chegando longe (coincidentemente são suas melhores atuações na areia). Méritos para o Dorival Manojo, que deveria ter uma informação da melhora deste animal em trabalhos. Mas não era só o Dorival que sabia desta melhora, basta ver os rateios que este animal pagava e confrontar com os quatro reais que proporcionou aos que acreditaram em suas patas.
Bom, deste imbróglio todo tiro algumas conclusões:
1) Ficou muito fácil dar tiro em Cidade Jardim, uma vez que a famosa diversidade de performance fica encoberta com quarto-lugares que na verdade são péssimas corridas, algo como o crime legitimado.
2) É sempre um perigo quando um favorito é de treinador com mais pensionistas  na prova, principalmente quando este pensionista tem chances de vitória, falo de Cadete Almir/Fantastic Four, de E.P.Gusso. Bastaria que o primeiro tiro, o que deu certo, não tivesse tido êxito, e o segundo, a vitória de Fantastic Four, teria acontecido.
3) É preciso que a Comissão de Corridas se atente para a nova realidade, a de poucos cavalos nos páreos, porque senão um cavalo virá de vários últimos e seus responsáveis  não poderão ser punidos porque estes últimos foram "chegando na pedra". Lembro que até este Código de Corridas capenga, já prevê que diversidade de performance não é isso, vejam com o destaque em negrito feito por nós:


26 – Diversidade de performance – produzir um cavalo de corrida em flagrante desacordo com outra ou outras anteriores, nas mesmas circunstâncias técnicas, independentemente da colocação obtida nesta.

Isso tudo, é claro, se o glorioso JCSP resistir as intempéries atuais...

24 maio 2013

JCSP CONGELA PARTE DOS PRÊMIOS E AUMENTA RETIRADA DAS APOSTAS

Por Laércio Sábato


Conhecidos problemas de liquidez levaram o JCSP a congelar 30% dos prêmios a serem pagos a partir de 1° de junho de 2013, anunciando o seu cumprimento até 31 de dezembro. Os pagamentos a profissionais prosseguirão normalmente.

Foi também decidida a elevação da retirada em apostas. No caso do "vencedor" a majoração vai de 27% para 27,5%.

A emergência determinou também alterações no valor da taxa de inscrição dos animais.

Maiores detalhes e justificativas das medidas adotadas podem ser lidas no link
http://www.jockeysp.com.br/news_mostra_novo.asp?id=3794&title=3794&page=default&&idn=3794

22 maio 2013

Entrevista interessante

Entrevista com José Vecchio e Luiz Fernando Cirne Lima sobre o JCRS na TVCOM. Não custa nada lembrar que o Cristal é o único dentre os quatro grandes hipódromos brasileiros que vem melhorando em todos os aspectos.

18 maio 2013

QUEM NÃO COMUNICA...

Por Laércio Sábato


Não se trata de "criticar por criticar", mas não consigo entender a "pobreza" do noticiário do site do JCSP, nesta véspera de GP São Paulo. Parece quadro de avisos. Nenhuma entrevista, nenhuma crônica de históricos GPs São Paulo (ou fotos), nenhum link de vídeo, nenhuma nota complementando o anúncio das novas parcerias, feito ontem.

Sei das dificuldades, mas o Jockey tem que investir na "informação", colocando (ou deslocando) mais profissionais de imprensa. Painel desta manhã às 7:00h.

[18/05/2013 00:16:49]
Hoje em Cidade Jardim tem os GPs OSAF e ABCPCC, e Betting 5 com R$ 180.000,00 de bonificação

[17/05/2013 14:25:13]
ATENÇÃO !!! Retificação de peso / 4º páreo de domingo (19)

[16/05/2013 16:40:09]
ATENÇÃO !!!! Informação sobre a linha do retrospecto para a reunião de domingo (19)

[16/05/2013 13:44:43]
Mesa do Turfe excepcionalmente às 11h45 neste final de semana

[16/05/2013 10:31:54]
Morre o ex-sócio do Jockey Clube de São Paulo, Dino Toffini

[15/05/2013 19:53:55]
Em busca da 2ª coroa, Orb largará pela baliza 1 no Preakness Stakes

14 abril 2013

Mais um erro grave no JCSP

Por ocasião do último páreo deste domingo na Gávea, alguém do setor de apostas do JCSP, retirou, por cerca de dois minutos, o animal de número um, Time Phone (favorito) do painel de apostas, ou seja, o mesmo constou durante este tempo como forfait, sendo impossível jogar no animal. O erro só não foi mais grotesco porque o defensor do Anderson forçou a partida e aí deram-se conta do erro e o cavalo voltou a constar da tela. Vejam os print screen que provam o que eu digo:

1) Vai largar o páreo e número um é forfait. Notem o movimento de vencedor em 17 mil 436 reais. Olhem que no painel da GV que o um corre:



2) Depois de disparar e já voltando para o realinhamento, vejam que agora já conta o número um no painel do JCSP. As apostas dão um salto  para 25 mil reais:




É preciso não levar o esporte de forma tão amadora. Imaginem se o cavalo não tivesse forçado a partida: teríamos corrido um páreo em que o vencedor não pode ser apostado.  Presepadas no setor de apostas não faltam no histórico do JCSP nestes últimos três anos. Esta beira o ridículo.

O link para ver o páreo pela imagem da TV Jockey está aqui. Aproveitem, pois não sei quanto tempo vai ficar no ar .

28 fevereiro 2013

Editorial: É agora ou nunca

Depois da notícia alvissareira da parceria do JCSP com a Band, estamos a espera que o contrato seja assinado. Para que isto aconteça é necessário que se encontre mais um parceiro, alguém que gerencie o que seria o principal interesse deste consórcio: o Simulcasting Internacional.

Pois bem, esta parte do processo está em fase mais do que adiantada. Quatro empresas receberam a Carta Convite, três responderam, mas as duas que apresentaram as melhores ofertas foram a Codere (espanhola) e a THR (canadense). Para o turfista que está ávido para que este processo comece a dar seus frutos, tenho uma boa-nova. A empresa que será parceira do JCSP/Band será a THR.

Aqui não posso deixar de registrar que a minha torcida era simpática  pela escolha do grupo THR. O motivo principal está justamente no sentido da palavra parceria. Ora, a Codere queria fazer o que já faz com o JCB, simplesmente colocar terminais mostrando corridas de quase todas as partes do mundo e não se intrometer nas corridas locais. Já a THR, que gerencia as corridas de alguns hipódromos americanos, propõe uma parceria nas corridas locais, ou seja, vai lutar junto com o JCSP para que o turfe de Cidade Jardim alavanque e a partir daí, conseguir seu lucro. Um exemplo fácil para o leitor do Turfemania entender, bem grosso modo: vamos supor que Cidade Jardim atualmente faça um milhão de movimento por dia. A partir do momento que a THR assumir o gerenciamento da venda de apostas, ela só terá lucro se o MGA ultrapassar esse um milhão. MGA menor que   um milhão, então ela não recebe nada. Ao contrário, se for maior, aí sim receberá um percentual (de 25% a 30%) sobre ultrapassar nesta quantia de um milhão. Seus ganhos estão diretamente vinculados ao CRESCIMENTO REAL DO MGA, uma antiga, justa e até agora inalcançável aspiração dos JCs. Mas o mais importante, repito, é que toda a operação do Turfe será tomada sempre entre as duas partes.

Um outro fator que merece destaque: a THR é consorciada com a Novomatic, que é uma das maiores empresa austríacas, o que é garantia de que dinheiro não faltará para o sucesso do empreendimento.

Aliado a tudo isso, o JCSP deve ter seus cofres recheados com a venda do prédio da rua Boa Vista, por um valor entre oitenta e cem milhões.Mais: com uma Receita com eventos atingindo cerca de R$ 15 milhões em 2013, o Clube cobre quase todo o deficit operacional do turfe, estimado em R$ 20 milhões. Em 2011 (administração anterior) a receita com eventos era de cerca de R$ 4 milhões.

Com a faca e o queijo na mão para fazer a grande virada que trará o JCSP para a posição de destaque que merece no cenário do turfe brasileiro, é necessário que se façam alguns apelos a sua diretoria:
a) não desperdicem esta que pode ser a última chance de reerguimento do JCSP.
b) relembro promessas de campanha e peço um empenho maior junto a coletividade turfística, no sentido de divulgar tudo que for de interesse quanto ao contrato que será elaborado. Lembro da parceria com o SBT, feita pela diretoria passada, alvo de todo tipo de interpelação da outrora oposição, oposição essa que chegou ao poder e deixou a escuridão igual ou pior do que era. Ajam com a devida correção, não deixem as informações encerradas dentro de uma caixa-preta. Tratem o turfista com o respeito que este merece.
c) junto com a formalização desses contratos, o JCSP deveria assumir um compromisso público, detalhando o destino e aplicação dessa enorme receita, especialmente aquela
necessária ao soerguimento do turfe paulista.É o mínimo que se pede.

26 janeiro 2013

Informações sobre transmissões via cabo

 No caso NET/JCSP, apurei três fatos importantes:


a) por enquanto, o problema se restringe a Pelotas.

b) o contrato com a NET vence no próximo dia 31 de Março. A NET
pede R$ 250 mil mensais para a renovação.

c) a Diretoria está jogando todas as suas fichas na parceria com o
Grupo Bandeirantes de Comunicação e quer passar para eles o encargo da
negociação com a NET.

14 janeiro 2013

Queixa

Alguns turfistas do interior do Rio Grande do Sul, mais precisamente Pelotas, me procuraram para se queixar que a Net Digital não está mais colocando o sinal das corridas do JCSP no ar. O motivo alegado pela operadora é que o Clube  não renovou o contrato com a mesma.
A se confirmar a notícia é mais uma inovação da atual diretoria. Vão se perdendo os canais: sem rádio, sem TV a Cabo, e a Internet, o nicho do momento, sem nenhuma consideração, pois a tecnologia que colocam lá para prover a imagem é super ultrapassada, de péssima qualidade. Nesta semana, além de tudo isso, travava a todo momento.
O turfista mais indignado com a questão,  proprietário antigo,  disse-me que já suportou tudo, inclusive falta de pagamento de prêmios. Agora, ter que ir na Codere, local onde passam corridas de mil  outros hipódromos, e ter que assistir os páreos de CJ em uma televisão sem som, em local apinhado de gente, é demais para ele. Obrigaram-no a largar o vício...

20 novembro 2012

Cidade Jardim: um hipódromo que dá pena

Depois  de hoje, em que mais uma vez a natureza conspirou contra as corridas em Cidade Jardim, cheguei a conclusão que, cada vez mais, o sentimento que me toma ao ver o desenrolar dos acontecimentos é de tristeza e pena.
Pena por ver em sua imensa maioria, páreos de seis animais inscritos.
Pena do nível técnico das contendas.
Pena porque se chove forte e falta luz,  não temos carreira, ou se não falta,  dá pane nas velhas câmeras que passam o desenrolar das mesmas. Hoje ficamos sem as imagens de frente do penúltimo páreo, prova em que houve uma reclamação para o primeiro posto. O comentarista Renato Barros, se apressou em dizer que nós, telespectadores, não tínhamos as imagens, mas que evidentemente, a Comissão de Corridas tinha. Olha,  vou duvidar. Duvido pela pressa que o páreo foi confirmado, nunca o fora tão rapidamente. E pela câmera principal, sou capaz de jurar que  aconteceu desvio de linha. Então a ordem é: rápido, confirma senão vai dar problema.
Pena, novamente, por um outro lance, na reta de chegada do segundo páreo em que mais da metade dos jóqueis se engalfinharam e , pasmem, não houve sindicância, não houve reclamação, não houve nada. Páreo confirmado. Poderia não se mudar o resultado da prova, mas tinha-se o dever de averiguar.
Pena por ver o JCSP  ser novamente alvo de reportagem depreciativa da revista Veja. Venda de patrimônio em questão, nem entro mais no mérito, se é certo ou errado, posto que me falta competência, mas, raios, não era isso que se combatia com unhas e dentes na época do Toledão.
Pena pelos erros crassos que foram cometidos (partidor colocado duas vezes em local inadequado, o indefectível Disco B, páreos confirmados com o resultado afixado de forma incorreta ).
Pena porque vamos para mais uma semana de festival nas pista, com míseros 25 páreos programados (várias provas com cinco ou seis cavalos). Já é sabido que no fim do ano, teremos um recesso enorme, acho que uns quinze dias sem cavalos nas pistas.
Pena porque Cidade Jardim é meu hipódromo preferido, local onde fiz muitas amizades e consegui a proeza de ganhar um Clássico como proprietário, há um pouco mais de  uma década, ou seja, um lugar que me traz lindas recordações. Naquela época se dizia, isso nunca esteve tão mal, eu assentia com a cabeça, mas, pelo olhar de hoje, posso afirmar, não sabia da missa a metade.
De bom, peço ajuda dos turfista para enumerar algo além da diminuição nas retiradas e a proibição de se correr desferrado. Dizem que o pagamento da dívida com a Prefeitura será o grande feito dessa gestão, mas isso só o tempo dirá. Por enquanto o que fica é o sentimento de desilusão pelo  muito de esperança que se tinha nesta diretoria.

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