30 novembro 2008
SCREEN HERO
Faturou US$ 5,5 milhões para o proprietário Teruya Yoshida (Shadai Farm) que é também seu criador
Publico presente : 108.000 pessoas
Os 8 primeiros colocados eram de proprietários japoneses
Demuro é o segundo italiano a levantar a prova (Lanfranco Dettori havia vencido em 2002 e 2005)
(SCREEN HERO (2004 Chestnut Colt FNO: 1-s) [Pedigree]
Valei-me Mossoró
Aqui vai a letra, como consolo:
História do Brasil (marcha carnavalesca de Lamartine Babo – 1934)
Quem foi que inventou o Brasil?
Foi seu Cabral!Foi seu Cabral!
No dia vinte e um de abril
Dois meses depois do carnaval
Depois Ceci amou Peri
Peri beijou Ceci
Ao som...Ao som do Guarani!
Do Guarani ao guaraná
Surgiu a feijoada
E mais tarde o Paraty
Depois Ceci virou Iaiá
Peri virou Ioiô
De lá...Pra cá tudo mudou!
Passou-se o tempo da vovó
Quem manda é a Severa
E o cavalo Mossoró
29 novembro 2008
Betting CJ
7- 43 seco.
8- 3 para 5678.
9- 19 seco.
10- 9 para 12710.
72,00
28 novembro 2008
Pra não dizer que não falei de flores
Favorito? Nem pensar.
Tomei como base de informações o Turfe Total, que reputo o banco de dados com mais consistência. Elegi as apostas de vencedor como parâmetro principal, pela sua alta correlação com as outras modalidades. Fixei-me no ano de 2008 como universo a ser investigado.
Convencionei denominar como favoritão (ões) todo (s) animal (is) com rateio final até 2,00, existindo portanto a possibilidade de um mesmo páreo contar esporadicamente com mais de um favoritão (páreos vazios de início de programa). Igual tratamento foi aplicado aos “faixas” que, com poucas exceções, se configuram em forfés de opção.
Em 2008 (até segunda-feira passada) foram disputados 1366 páreos em Cidade Jardim.
Em 892 deles apareciam favoritões que no máximo dobravam o capital (65,3 % do total).
O rateio modal (valor que aparece mais vezes) foi 1,70 e o intervalo modal entre 1,60 e 2,00( inclusive).
Dos favoritões, 381 vingaram (42,7 % do grupo favoritões e 27,9 % do total de páreos)
Entre esses animais mais visados, 568 pagaram placê (63,4 % do grupo favoritões e 41,6 do total)
Conclusões iniciais evidentes: apostas persistentes de vencedor em animais favoritos dão prejuízo certo, pois mesmo aqueles que venham a oferecer dividendo superior aos 2,00 não cobrirão o deficit imposto pelos favoritões. Placês de favoritões em apostas continuadas também são recomendáveis só nas acumuladas no duro, com poucos animais, já que mais de 35% não vingam.
Restaria ao turfista a alternativa dos concursos, notadamente o Pick8 e o Fast. Ocorre que, com a inversão a r$ 3,00, a aposta fica proibitiva para boa parte dos turfistas
Na tabelas seguintes apresentamos os índices de aproveitamento dos profissionais com os favoritões (pules até 2,00) que poderão auxiliar o turfista na elaboração de seu jogo. Foram incluídos apenas os jóqueis/ treinadores com mais de 15 montarias/ inscrições
Algumas surpresas:
Moreira (44,7%) não é o líder de aproveitamento nessa categoria, conforme se supunha. Josiane viabiliza 58,6 %, Domingos 52,4 % e Aderlandia 50,0 %. Muito fraco o aproveitamento de Z.M.Rosa e A.C.Silva, ambos com menos de 30%.
Entre os treinadores os melhores resultados este ano foram de Emerson Garcia (61,9 %) e Mario Gosik (61,5 %). Ratificaram também favoritos em mais da metade das inscrições L.Quintana, V.S.Lopes, e Eduardo Gosik.
Os grandes favoritos em 2008 não simpatizaram muito com os veteranos Milton Singnoretti, P.Nickel e A.F.Correira. Tirem suas conclusões e boa sorte.


A história de Irineo Leguisamo

Irineo Leguisamo (Arerunguá, Uruguai, 1903 - Buenos Aires, Argentina,1985) , também chamado El Pulpo (polvo em português, porque quando montava parecia ter oito mãos) e El Maestro, foi o mais famoso jóquei do turfe sulamericano no século XX.
Iniciou sua carreira no Brasil, na cidade de Uruguaiana. Já na maturidade , fez uma exibição de gala no Hipódromo do Cristal vencendo o Grande Prêmio Bento Gonçalves com o cavalo argentino Vizcaíno. Atuou em vários países, principalmente na Argentina, onde radicou-se, e no Uruguai.
Seus números como jóquei são impressionantes: ganhou quatorze estatísticas consecutivas, além de outras sete alternadas; foi vencedor do Pelegrinni por inacreditáveis dez vezes. Encerrou sua atividade de ginete, com singelos setenta anos, em 1974, montando Fortimbrás, em Maroñas, e como não poderia deixar de ser, com vitória.
Foi grande amigo de Carlos Gardel e montou e ganhou com animais de sua propriedade, inclusive o famoso "Lunático", cavalo que custou cinco mil pesos e retornou setenta e dois mil ao cantor. Um belo lucro, sem dúvida, mas pouco perto das tacadas que este deu em cima do mesmo. Gardel era um jogador inveterado e "Lunático" ganhou nada menos do que dez corridas em sua campanha, algumas com rateios extremamente altos. A amizade dos dois era tão forte que Gardel gravou um tango em homenagem a Legui, intitulado "Leguisamo Solo" (abaixo uma palhinha que eu catei no You Tube) e de autoria de Modesto Papavero. Vejam as palavras do próprio joquei, no dia que soube da gravação do tango, através de um presente enviado por Gardel:
"- Um dia me mandou uma enorme encomenda, com um cartão que dizia: "Mono, te mando um doce". Comecei a abrir-la; era puro papel, e ia diminiundo de tamanho cada vez mais. No fim, apareceu um pequeno disco sem capa. Pus na vitrola e me emocionei até as lágrimas, porque era o tango Leguisamo Solo. Ninguém o cantou como ele. Ninguém, nunca, cantou como Carlitos."
Outra curiosidade é que Leguisamo tinha um apelido que destestava: Mono. Na sua presença ninguém podia chamá-lo assim, exceto Gardel.
Letra de "Leguisamo Solo"
Alzan las cintas; parten los tungos
como saetas al viento veloz...
Detras va el Pulpo, alta la testa
la mano experta y el ojo avizor.
Siguen corriendo; doblan el codo,
ya se acomoda, ya entra en acción...
Es el maestro el que se arrima
y explota un grito ensordecedor.
"Leguisamo solo!..."
gritan los nenes de la popular.
"Leguisamo solo!..."
fuerte repiten los de la oficial.
"Leguisamo solo!..."
ya esta el puntero del Pulpo a la par.
"Leguisamo al trote!..."
y el Pulpo cruza el disco triunfal.
No hay duda alguna, es la muñeca,
es su sereno y gran corazón
los que triunfan por la cabeza
en gran estilo y con precisión.
Lleva los pingos a la victoria
con tal dominio de su profesion
que lo distinguen como una gloria,
mezcla de asombro y de admiración.
Para ver a interpretação de Gardel só indo no You Tube. Clique Aqui .
Mas podemos mostrar esta, mais moderna e de quebra ver a máquina " Yatasto".
27 novembro 2008
Quatro potros no GP Paraná
26 novembro 2008
25 novembro 2008
O cinema e as corridas- II

Esta semana saímos do épico e mergulhamos na comédia. Trata-se de " Um Dia Nas Corridas", um dos grandes sucessos dos "Irmãos Marx". Trago a ficha do filme com uma pequena sinopse e no fim uma cena que nem um turfista pode perder. Um virador (Chico Marx) assedia um marinheiro de primeira viagem ( Groucho Marx) à pequena distância do guichet de apostas. Imperdível.
Fontes: You Tube e www.65anosdecinema.pro.br/Um_dia_nas_corridas.htm
UM DIA NAS CORRIDAS (1937)
A Day at the Races
Direção: Sam Wood
Roteiro: Robert Pirosh, George Seaton, George Oppenheimer
Produção: Sam Wood, Max Siegel
Música: George Bassman, Roger Edens, Walter Jurmann, Bronislau Kaper
Fotografia: Joseph Ruttenberg
Edição: Frank E. Hull
Direção de Arte: Cedric Gibbons
País: USA
Gênero: Comédia, Musical
Elenco:
Groucho Marx- Doctor Hugo Z. Hackenbush
Harpo Marx- Stuffy
Chico Marx- Tony
Maureen O'Sullivan- Judy Standish
Allan Jones- Gil Stewart
Margaret Dumont- Emily Upjohn
Douglass Dumbrille- Morgan
Sig Ruman- Dr. Leopold X. Steinberg
Vivien Fay- Dançarina
Leonard Ceeley- Whitmore
Esther Muir - Flo Marlowe
Robert Middlemass- Xerife
Dorothy Dandridge- Bit Part
Hooper Atchley- Juiz de Corridas
Carole Landis- Extra
Frank Dawson- Médico
Pat Flaherty- Detetive
Max Lucke- Médico
Wilbur Mack- Juiz
Sinopse:
O sanatório Standish e sua proprietária, a bela e meiga Judy Standish estão passando por sérias dificuldades financeiras. Judy não vê outra saída a não ser a falência e a venda da Instituição.
Uma de suas ricas pacientes, a hipocondríaca "socialite" Emily Upjohn está para ter alta porque os médicos não conseguiram encontrar nada errado com ela. Por causa disso, ela acha-se indignada e à beira de um colapso nervoso.
Quando Judy conta a seu noivo que está chateada por ter que perder o sanatório e sua saudável paciente, a Sra. Upjohn, ele prepara um documento para mostrar-lhe que acabara de comprar um cavalo de corrida por US$ 1.500 com o resto do dinheiro que tinha. Ele diz esperar ganhar dinheiro nas corridas com o seu cavalo e, assim, poder resolver a situação dela.
Quando a Sra. Upjohn deixa o hospital, ela fica à procura de um médico que consiga suportar sua hipocondria. Tony, amigo de Judy e motorista do sanatório, percebe que um suporte financeiro da parte da Sra. Upjohn pode salvar a Instituição. Assim, ele informa a Sra. Upjohn que o Dr. Hugo Hackenbush está chegando da Flórida para assumir a chefia do staff do sanatório e insiste para que ela continue cliente da Clínica. Ocorre que Dr. Hackenbush não é um médico de humanos e sim um veterinário. Judy não tem outra escolha a não ser aceitar o maluco plano de Tony.
Entretanto, o Sr. Morgan, que pretende transformar o sanatório num cassino, e seu cúmplice, Sr. Whitmore (empregado do sanatório que executou os planos para acabar com as finanças do mesmo), procuram Judy para uma última oferta: Ela receberia imediatamente US$ 5.000 pelo sanatório ou ele esperaria um mês pelo vencimento da hipoteca e ela então não receberia nada. Nesse momento, uma eufórica Sra. Upjohn chega com a notícia da chegada do Dr. Hackenbush e que ela está disposta a bancar as dificuldades momentâneas do sanatório.
Enquanto isso, no hipódromo, Stuffy, joquei do Sr. Morgan ganha um páreo que deveria perder e se vê obrigado a se esconder no estábulo para não apanhar. Em seguida, ele, Gil e Tony planejam para que tudo corra bem nas corridas.
Acaricia mi ensueño
24 novembro 2008
23 novembro 2008
22 novembro 2008
Enturmação bem fraquinha
Sugestão à Comissão de Corridas- V
Retificação de retrospecto - 6º CJ
No retrospecto de Qandahar, n° 2 do 6° páreo publicado na Turfe Brasil apenas a primeira linha é correta (as outras são de Assistencialista). As linhas corretas de Qandahar são:
PR 25/07/08 2°(7) V.Rocha 468 54 B 0.8 AP 0’45”8 3,60 Contender 56 Arroba Ponto Com 54 5 cps
PR 25/04/08 4°(8) E.S.Lima 444 53 B 0.8 AS 0’45”5 2,90 Austin Falls 55 Que Storm 55 6 cps
21 novembro 2008
Rara sensibilidade
Abri a Turf Cidade Jardim desta semana. Percorri as foto-homenagens, as notícias e de repente estava na página do Paulo Gama. Li a manchete: Morre Oscar Griffiths, o mais famoso dos corujas. Pela primeira vez refleti sobre o título da coluna (Páreo Corrido).Fui ao texto: criativo, realista e comovente. Tudo ao mesmo tempo. Não era um elogio fúnebre. Era uma obra-prima, de rara sensibilidade. Digna de fundar a ABL do T, Academia Brasileira de Letras do Turfe. Obrigado PG.
20 novembro 2008
Qualquer semelhança com a realidade é ...
- Saca tudo.
- Não pode, só acertando alguma coisa.
- Mas eu só perco. Assim o dinheiro vai acabar.
- Essa é a ideia, o tu acha que o Jockey é um amigão que gosta de distribuir bônus para os apostadores.
Desesperado e sentindo meu rico dinheirinho virar fumaça, apelo para o suborno e para o sentimentalismo barato:
- Moço, por favor, pode ficar com os dois e quinhentos do bônus, minha avó está muito doente e precisa fazer uma operação de urgência.
- Mas bah, bagual, tu tá quase com cinquenta! Essa véia tem cem anos, não "guenta" um bisturi. Quanto a tua "oferta", menos que um prêmio de claiming! Agora entendo porque não existe mais jóquei bem de vida nesse mundo. Mas tu tá me confundindo, eu trabalho no Jockey, não me "viro" no Jockey.
Entrego os pontos, sem antes maldizer todos os gaúchos da face da terra. Pego o programa e vejo os competidores alistados para o primeiro páreo: Lost In Bagé, Gaúcho Dos Anjos, Fogo-Gaúcho, El Asteróide e Quarentinha. Penso: mais um sinal dos deuses,eles não erram uma, vou embarcar. Gaúchos fora, só sobrou a Quarentinha. Quarenta na Quarentinha, é claro. Larga, corre e a matunga chega último à passo. Uma semana depois, já com a cabeça mais fria, vejo que me sobraram dois consolos. O primeiro, são os cinquenta mil que eu não empenhei, o segundo, a constatação que os deuses não erram nunca: quarentinha, era a velocidade máxima que ela aguentava...
Favoritos do Tarumã
Infelizmente os palpites da crônica, ainda não foram atualizados esta semana no site do JCP. Vamos ver se, pelo menos até a hora das corridas, os responsáveis atualizam.
19 novembro 2008
Taludo e Santana vão a Buenos Aires
O jóquei Ivaldo Santana, em grande fase, também poderá dar a volta por cima, em San Isidro. No ano anterior depois de vencer as duas primeiras etapas da coroa de potros e se descolocar no Derby Paulista, perdeu a montaria de Meu Rei para A.Domingos em sua tentativa nos 2400m da maior prova sul-americana.
Em São Paulo as Quadrigas ainda tem vez
Ainda à respeito do meu último post, mais duas notícias. A primeira que saiu na BBC Brasil, sobre Ben-Hur: tem gente ousada que quer reproduzir a corrida de quadrigas, ao vivo. Bom, tomem cuidado que desse jeito pode ser que os famosos cavalinhos brancos não passem na frente no disco final. A segunda, na verdade não é uma notícia, e sim, mais um vídeo do You Tube, com uma reportagem sobre corridas de quadrigas aqui no Brasil, mais especificamente no interior de São Paulo. Vale a pena. Com isso encerro o assunto quadrigas, bigas, charretes, carroças e carruagens. Abaixo, reproduzo as duas.
"Uma casa de espetáculos de Londres anunciou nesta semana que vai abrigar uma superprodução teatral inspirada no filme clássico "Ben-Hur", com mais de 400 atores e 100 animais.
O espetáculo "Ben-Hur Live", que chegará à casa de espetáculos O2 em setembro de 2009, vai recriar ao vivo a famosa cena da corrida de carruagens - que ficou famosa no filme de Hollywood de 1959, estrelado por Charlton Heston.
A corrida será reproduzida ao vivo no palco do O2 por cinco carruagens com cavalos e cavaleiros que passarão por um treinamento intensivo de 12 meses.
O espetáculo contará com mais de cem animais, entre cavalos, camelos, burros, galinhas, falcões e águias.
A produção é do alemão Franz Abraham, que diz ter passado 15 anos tentando levar o espetáculo aos palcos. O responsável pelo design e pelos efeitos pirotécnicos será Mark Fisher, que produziu as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim.
Os ingressos começarão a ser vendidos na próxima sexta-feira, dia 14 de novembro.
"Ben-Hur Live" é baseado no romance "Ben-Hur: uma História dos Tempos de Cristo", escrito pelo americano Lew Wallace em 1880. O espetáculo conta a história do príncipe judaico Judah Ben-Hur, que foi preso injustamente por supostamente tentar matar um governador romano.
Nas telas, o personagem foi vivido por Charlton Heston, em uma superprodução que ganhou 11 Oscars."
* Reparem no vídeo, como um dos competidores é a cara do, agora treinador, J.Henrique.
18 novembro 2008
Queiroz: gancho até o Natal
Turfista: apanha e resiste

Outra dúvida: Quero apostar e pagar só 50 % da pule. Dou um vale com 5% deacréscimo sobre o aoutra metade, para pagar depois. Aceitam?
Mais uma: mantenho sempre um saldo no teleturfe para apostas pela Internet. Não deixa de seum vale- aposta. Posso reivindicar 5% de correção?
(Charge de Voltaire Jr originalmente publicada na edição de 20 a 23/12/07 da Revista Tufe Brasil. Sem comentários)
E as apostas, senhores?
17 novembro 2008
CJ - TUDO AREIA ENCHARCADA
Forfaits até 17:00:
06° páreo - 01 HELSINKI - 06 STORM IN ROME
08º páreo - 04 UIOBÁ - 06 MISS STAR - 11 CONDOR HABITAT - 12 LETTERA ANÔNIMA
Bonitinhos mas ordinários
16 novembro 2008
O tango e o turfe: Letras de A a M
BAJO BELGRANO
Letra de Francisco García Jimenez
Musica de Anselmo Taleta
Obtuvo el tercer premio en los famosos concursos de Max Glücksmann,
edición del 1926. Ese mismo año, el 17 de diciembre, lo grabo Carlos
Gardel.
Bajo Belgrano, como es de sana
tu brisa pampa de juventud
que trae silbidos, canción y risa
desde los patios de los studs.
Cuanta esperanza la que en vos vive!...
La del peoncito que le habla al crack:
"Sacame 'e pobre, pingo querido,
no te me manques pa'l Nacional..."
La tibia noche de primavera
turban las violas en "El Lucero",
se hizo la fija del parejero
y estan de asado, baile y cantor.
Y mientras pierde la vida un tango
que el ronco fuelle lento rezonga,
se alza la cifra de una milonga
con el elogio del cuidador.
Calle Blandengues, donde se asoma
la morochita linda y gentil
que pone envuelta en su mirada
su simpatia sobre un mandil.
Y en la alborada de los aprontes
al trote corto del vareador,
se cruza el ansia de la fortuna
con la sonrisa del buen amor.
Bajo Belgrano...Cada semana
el grito tuyo que viene al centro
- "Programa y montas para mañana!"
las ilusiones prendiendo va.
Y en el delirio de los domingos
tenes reunidos frente a la cancha,
gritando el nombre de tus cien pingos,
los veinte barrios de la ciudad!
BARATUCCI AL HILO
Letra : Federico Esteban Duchein Mayada
Música : Alex Schneider (Alejandro Schneider)
Grabado por el cuarteto Arostegui – Ítalo De la Fanca con la voz de Tito Sobral.
¡¡¡ Largaron !!!
Y quedó en la historia del Independencia
Del turf, una gloria que es universal,
15 de diciembre del ´57 con coraje y ciencia
Consagra un jinete en campeón mundial.
¡Patita querido!
Sin tanto acomodo, jineteando al lote
Hiciste capote, arreaste con todo...
Triquiñuela, Val, Maletín,Tour de Force,
Eltondoc, Panamá, Ganador y Modelado,
Y se hizo la quiniela en ese día bendito
Te gritaban los pipiolos
¡Esta te pido, huesito!
¡Bara solo!, ¡Bara solo!
Pa´ que el burrero recuerde, que ganaste ese día
Unas con bandera verde y otras, por varios tranvías,
Y en homenaje a tu hazaña, este tango yo te enfilo...
¡Baratucci, al hilo!
En la primera, al bajar la cinta
Ya estaba escrito el triunfo final,
Una tras otra y a la cabeza
Sólo hay un hombre que supo llegar.
De Baratucci ya no cabe duda
Y en las tribunas, un solo clamor...
Hace capote, gana la octava
La que faltaba... ¡Qué gran campeón!
¡Baratucci al hilo!
Las ocho se las ganó
¡Criollazo lindo!
Pegado al pingo el disco cruzó.
¡Baratucci viejo!
Como una flecha a todos pasó.
Pa´ todo el mundo, las ocho al hilo
Patita solo, mundial campeón.
De tus afanes, fue muy justo el premio
Hazaña linda de un gran corazón,
Qué triunfo el tuyo, Patita viejo
Que nunca nadie podrá superar.
Para la historia de todo burrero
Escrito queda con gran distinción,
Hizo capote ganando las ocho
Flor de muñeca de gran campeón.
CANCHERO (VERSIÓN DE CARLOS GARDEL)
Letra de Celedonio Esteban Flores
Musica de Arturo Vicente De Bassi
Tango (03 de mayo de 1962)
Duración 02'47''
Canta Julio Sosa (Julio María Sosa Venturini (1926-1964) con el
acompañamiento de la orquesta dirigida por Leopoldo Federico
Sello: CBS (Columbia Broadcasting System) N° disco: 8340 Matriz: 2948
Fue interpretado por Carlos Gardel; Tango (422) mayo 27, 1930
Tema: Auto descripción de un hombre con experiencia lleno de
metaforas relacionadas con las carreras de caballos.En una irrepetible
confrontación de la vida misma con una carrera y sus alternativas,con
un descollante manejo de la primera persona -copiosa en términos
burreros que consiguen reconocibles descripciones en la comparación
con un pura sangre-, Celedonio Flores hizo de ésta una de sus mejores
composiciones.
Versión de Carlos Gardel
Para el récord de mi vida sos una fácil carrera,
que yo me animo a ganarte sin emoción ni final.
Te lo bato pa'que entiendas, en esta jerga burrera ,
que vos sos una potranca para una penca cuadrera ,
y yo, che vieja, ya he sido relojeao pa'l Nacional...
Vos sabés que de purrete tuve pinta de ligero;
era audaz, tenía clase, era guapo y seguidor.
Por la sangre de mi viejo salí bastante barrero,
y en esas biabas de barrio figuré siempre primero
ganando muchos finales a fuerza de corazón.
El cariño de una mina , que me llevaba doblao
en malicia y experiencia, me sacó de perdedor;
pero cuando estuve en peso y a la monta acostumbrado,
¡que te bata la percanta el juego que se le dio!
Ya después en la carpeta empecé a probar fortuna,
y muchas veces la suerte me fue amistosa y cordial .
Otras noches salí seco a chamuyar con la luna
por las calles solitarias del sensiblero arrabal .
Me hice de aguante en la timba y corrido en la milonga ,
desconfiao en la carpeta, lo mismo que en el amor.
Yo he visto venirse al suelo sin que nadie lo disponga
cien castillos de ilusiones por una causa mistonga ,
y he visto llorar a guapos por mujeres como vos.
Ya ves que por ese lao vas muerta con tu espamento ;
yo no quiero amor de besos, yo quiero amor de amistad.
Nada de palabras dulces, nada de mimos y cuentos;
yo busco una compañera pa' batirle lo que siento
y una mujer que aconseje con criterio y con bondad.
Nota:
Bato: Primer persona de indicativo del verbo batir: Decir, expresar,
explicar. relacionado con batimento ("batiglio") originado en el
pregonero que daba a conocer sus bandos con toque de tambor. ||
Delatar, acusar, confesar, denunciar. || Desacreditar a alguien. ||
Difamar, hacer perder el crédito de una persona. || Reprochar,
desenmascarar.
Burrera: Relativo a los burros, que significa los caballos y sus
carreras.
Penca: Prostituta que ha perdido sus encantos.|| Carrera de caballos
improvisadas fuera de los hipódromos.
Cuadreras: De cuadra f.]caballeriza, lugar para estancia de caballos
y bestias de carga. ||. [f.]figurativo. Lugar muy sucio. ||
[f.]Conjunto de caballos, generalmente de carreras, que suele llevar
el nombre del dueño.|| Carreras de caballos entre gente del campo
generalmente entre cuadras o caminos.
Relojeado: Paricipio del verbo relojear, observar con atención.||
Conocido, observado.
Purrete: Niño, muchacho. De origen incierto.
Barrero: Del barro.
Biaba: Del piamontés o genovés "biaba" o del napolitano "biába", pero
hay también quien dice que viene de "beava", pienzo, que hacen
referencia a "avena". Acción de golpear, castigar, herir, mutilar o
matar.|| Golpear traidoramente utilizando un cuerpo contundente.||
Aplicar puñetazos. Atacar , acometer, asaltar.|| Pérdida en el
juego.|| Abuso de cosméticos.
Mina: Palabra introducida por los camorristas italianos, la meretriz
es "miniera". Amante, querida, concubina. || Preferida, mimada o
distinguida entre otras mujeres. || Jovencita, muchacha, mujer
hermosa o muy simpática o atractiva. || Mujer leal, luchadora,
sacrificada por los suyos. Pero en "Patotero sentimental" se dice "en
mi vida tuve muchas, muchas minas, pero nunca una mujer".
Percanta: Proviene de "percalera" y atorrante, para otros de
percapez, carne delicada. Amante, querida, concubina. || Preferida,
mimada o distinguida entre otras mujeres. || Jovencita, muchacha,
mujer hermosa o muy simpática o atractiva.
Carpeta: Habilidad, destreza, ingenio. Rapidez para decir o hacer
algo. Facilidad para inventar sucesos en beneficio propio.||
Capacidad de convertir un fracaso en un triunfo aparente.||
Inteligencia, conocimiento, industria.|| Expediente, sumario criminal,
prontuario.|| Mesa de juego.
Gardel canta: y muchas veces la suerte me fue amistosa y cordial.
Salir seco: Indigente, pobre, sin dinero.
Chamuyar : verbo transitivo familiar caló. Charlar, platicar,
conversar, hablar familiarmente. || Tratar de convencer por medio de
la palabra. || Dirigir la palabra. Este es otro caso en donde la
"ll" se convierte en "y".
Arrabal: Del ár. ar-rabad, el barrio de las afueras. m. Barrio
fuera del recinto de la población a que pertenece. [m.]Cualquiera de
los sitios extremos de una población. [m.]Población anexa a otra
mayor.
Timba: Juego casa de. De timbear, jugar. Apostar, intervenir en
juegos de azar. || Jugar a los dados, cartas , perinola (no es la
pirinola nuestra que es el balero), por los gastos de los consumido.
|| También "Escolasar" o "Escolasear".
Milongas: En su forma diminutiva de milonguitas, jovencita, muchacha,
mujer frívola. || Aficionada a los bailes populares o aplebeyados.
|| Jovencita que vive de las falsías propias de una ilusión o que
gusta lucirse hablando de cosas vanas, fabulosas o quiméricas. ||
Mujeres de vida airada. || Mujer fácil. del quimbundo mi, prefijo
plural y longa, palabra; plural más usado de milonga. || Tonada
popular rioplantense.
Mistonga: Pobre, deslucido, escaso, modesto.|| Que no tiene
importancia ni autoridad. Nadería, bagatela, chuchería.|| Poco valor
o poca abundancia de una cosa.|| Falso, engañoso, mezquino,
inferior.|| Persona o cosa mediocre, ordinaria, grosera.
Aspamento: Lo escucho como si lo pronunciara "spamento". Aspaviento:
Pedante, vanidoso, iluso. Persona que hace alarde u ostentación de
fortuna, posición social o título. Se origina en "espamento". s.
Aspaviento. " viene de "aspamiento" palabra española que empezó a
figurar en el diccionario de la RAE desde 1770: "sustantivo masculino
baxo: lo mismo que "aspaviento" (palabra que figura en el diccionario
RAE de 1726). Por otro lado ni "espamiento" ni espamento han figurado
nunca como palabras españolas.
CARRERAS SON CARRERAS
Me sacaron de la cama,
un domingo medio enfermo,
me llevaron a Palermo,
sin dejarme respirar,
me dijeron que no hablara,
ni siquiera para adentro,
porque había una "lauchita",
que era largar y cobrar...
Me dejaron contra un árbol,
me dijeron !esperate!,
y se fueron con un ñato,
que era amigo del patrón,
y yo firme contra el árbol,
y la fiebre contra el mate,
pero el dato lo valía,
daba un kilo al ganador...
Así estuve tres carreras,
esperando que volvieran,
me tomaron por "datero",
por pesquisa y cuidador,
me pidieron los borrados,
el sport, la lapicera,
y yo firme contra el árbol,
con valor y abnegación...
Abombado por la fiebre,
por el frío y el cansancio,
me dio ganas de hacer algo,
y me puse a caminar,
no había hecho cuatro pasos,
que me gritan: !Che Venancio!,
no te muevas, que los puntos,
no hacen más que relojear...
Y al oido me dijeron,
con el siete desnudate,
!con la gripe que yo tengo,
que se desnude José!
!quien te habla de la ropa!
jugá al siete, !apurate!
que ya estamos sobre el cierre,
y la "laucha" viene a cien...
Me jugué toda mi plata,
y me fui a la tribuna,
y busqué en una revista,
saber algo de mi crack,
lo corría xx...
con chanc, man, clis, gor luna,
para mí que ese caballo,
debía ser de Burichang...
Me enteré cuando largaron,
porque todos se apoyaban,
me llenaron de preguntas,
de cenizas y café,
el de arriba me aturdía,
el de al lado me codeaba,
y el de abajo me gritaba,
el de artigas como viene, viene bien... ?
Pero el lío vino grande,
al final cuando llegaron,
a mi, que estaba en ayunas,
me tomaron por veedor,
pero amigo, se dio cuenta,
cuando al hombre lo encerraron,
si fue al "tano" que pecharon,
que lo diga este señor...
Para mi ganó el de afuera,
dijo un gordo chiquitito,
y un flaco que estaba al lado,
en la cara le gritó:
pero aprenda a ver carreras,
catedrático de ojito,
o no vio que el de los palos,
ni siquiera castigó...
Al final ganó cualquiera,
el que menos lo nombraban,
y empezaron los lamentos,
a escucharse alrededor,
y yo abajo, tiritando,
por la fiebre preguntaba,
!señor! si no les molesto,
quién ha sido el ganador... ?
Sin mirarme el aludido,
contestó con ironía,
el que iba pa' los giles,
como dijo este chauchón,
!anda a pegarte un tiro,
quién te dijo que no iba!,
le contesto el acusado,
colorado de indignación...
Yo enfilé para otro lado,
para ver si me informaban,
y lo emboque a un Galaico,
que era mozo de café,
que rompiendo los boletos,
por lo bajo murmuraba,
iba a ganar el "podrido",
justo hoy que lo deje...
Yo rogaba por adentro,
que el "podrido" fuese el mío,
o el que iba pa' los giles,
la cuestión era cobrar,
Y al bajar de la tribuna,
divisé a mis amigos,
que de lejos parecían,
regresar de un funeral...
Menos mal que a la vuelta,
me dejaron satisfecho,
el caballo,
el caballo había perdido,
pero con toda razón,
si lo largaron trabado,
se encajonó en el derecho,
después cambio de mano,
querés más explicacion... ?
Que si no, que !pobre de ellos!
los dejaba en el camino,
con la "papa" que llevaba,
era fija nacional,
pero el frío de esa tarde,
cuando a pata nos vinimos,
lo acerté con pulmonía,
y... y tres meses de hospital...
COMO QUERES QUE TE QUIERA
Letra de H. Marcó
Decís que sos un pozo de rango y vento,
y andás como la oruga a medio hacer.
Sabés que el aire es gratis e hinchás pa'adentro
la cosa es ir tirando y envejecer.
A vos que sé te importa si hay guerra en China,
si Fangio gana en Berna todo es igual.
Sabés que el huevo nace de la gallina
y ya con tu cerebro no podés más.
Como querés que te quiera una pebeta moderna
que busca un muchacho pierna para bailar y vivir.
Y mientras ella se muere con un rubio en espirales
vos le hablás calamidades y ni un beso le pedís.
No fumás, no vas al cine, las carreras no te gustan
no conocés de la fusta, chaquetilla, ni color
Pa'vos la media cabeza es la que cuelga de un gancho
nunca has probado un quebracho, ni un whisky, ni un semillón.
Como querés que te quiera una pebeta moderna
que busca un muchacho pierna si vos sos un pajarón.
Vos sí que sos un tipo de raro dique
nacido propiamente para enjaular.
De esos que las mujeres siempre lo eligen
para pasear el nene sin protestar.
Vicenzo despertate largá la frula
ponete bien canchengue cantá y salí.
Sino en el primer cohete que va a la Luna
te ofrecés como ensayo total pa'que vivís.
No fumás, no vas al cine las carreras no te gustan
no conocés de la fusta, chaquetilla, ni color.
Pa'vos la media cabeza es la que cuelga de un gancho
nunca has probado un quebracho, ni un whisky ni un semillón.
Como querés que te quiera una pebeta moderna
que busca un muchacho pierna, si vos sos un pajarón.
EL YACARÉ
Letra de Mario Soto
Musica de Alfredo Attadia
Es domingo, Palermo resplandece de sol,
cada pingo en la arena, llevará una ilusión
en las cintas, los puros alineados están
y la voz de ¡largaron! da salida a un afán.
En el medio del lote, conteniendo su acción,
hay un "jockey" que aguarda con serena atención
ya se apresta a la carga. Griterío infernal.
Emoción que desborda en un bravo final.
¡Arriba viejo Yacaré!
explota el grito atronador,
todos castigan con rigor
pero no hay nada que hacer,
en el disco ya está Antúnez.
Sabés sacar un perdedor,
ganar un Premio Nacional.
Muñeca brava y al final
el tope del marcador
siempre es tu meta triunfal.
Un artista en las riendas con coraje de león
Tenés toda la clase que consagra a un campeón,
dominando la pista con certera visual
el camino del disco vos sabés encontrar
Las tribunas admiran tu pericia y tezón
Y se rinde a tu arte con intensa emoción,
Se enronquecen gargantas en un loco estallar
Cuando a taco y a lonja empezás a cargar.
LA CATEDRÁTICA (Milonga)
Francisco Martino
Versión grabada por Carlos Gardel - Buenos Aires 1920
Corregida por scvaloy
Aunque hay mucha mishiadura
yo manyo un gran movimiento
hay que ver en las carreras,
el afano y las palmeras,
el afano y las palmeras
y de donde sale el vento.
Con catedráricos de ojo,
que abundan como la yapa
con el programa en la mano,
a todo pobre cristiano,
a todo pobre cristiano,
le dicen, tengo una papa.
Es ir a cobrar la plata,
le juro por mi salud,
es llenarse hasta las botas
porque es una refijota,
porque es una refijota,
que la traigo del stud.
Jueguele fuerte señor,
mire que es una papusa,
mire que es una papusa,
y con el mayor descaro
lo hacen entrar por el aro,
lo hacen entrar por el aro
Dios te libre, que carpusa.
El mismo jockey me dijo,
andá sin miedo a jugar,
que se las voy a dar seca
y Mingo es la gran muñeca
y Mingo es la gran muñeca,
hay que creer o reventar.
Con Domingo Torterolo,
soy camarada y demás,
soy camarada y demás
y si al fin se la pilla,
lo arrastra a la ventanilla,
lo arrastra a la ventanilla,
hecho el juego, no va más.
Largaron, venimos bien,
ahora verán que papita
y aunque sea una macana,
y en el que el caballo afana,
y en el que el caballo afana,
y el pato se armó de guita.
Y al largarse la carrera,
el caballo viene mal,
el caballo viene mal,
el rana sale piantando,
y el gil se queda esperando,
y el gil se queda esperando,
la atropellada final.
¡LEGUISAMO SOLO!
Letra de Modesto H. Papávero
Musica de Modesto H. Papávero
Compuesto en 1925
Estrenado por Tita Merello en la revista escenica "En la raya lo
esperamos", de Luis Bayon Herrera, presentada en el teatro Bataclan,
el 15 de junio de 1925. Gardel lo grabo en Barcelona el 17 de octubre
de 1925 y en Buenos Aires el 23 de setiembre de 1927.
Mención de caballos en carreras hay ya en la Ilíada; en la Olimpiada 33
se incluyen entre los diversos juegos. Ireneo Leguisamo era un jockey de
famosa amistad con Carlos Gardel; montaba el caballo de su propiedad
llamado Lunático. Por la monta y la pasión deportiva de su
propietario, alcanzó nombradía en periódicos, discos y libros.
El tango .¡Leguisamo solo!. fue compuesto por Modesto Papávero para
incluirlo en una revista, tematizada sobre el mundo del turf, que se
representó en el teatro Bataclán, en el año 1925. Gardel lo recibió
cuando estaba pronto para embarcarse rumbo a Barcelona, donde lo grabó en
1926. Al año siguiente repitió la grabación en Buenos Aires; allí
agrega un parlamento confidencial que merece ser escuchado in voce:
menciona a Francisco Maschio y a Leguisamo el .Pulpo. como le llamaban
las barriadas turfísticas por su manera de llevar las riendas y acaparar
victorias. Celina Maschio nos ha contado -atestiguando referencias
testimoniales del tiempo de Gardel- que su padre, Francisco Maschio fue el
amigo entrañable de Gardel. Poseía un stud con cuyos colores corría
Lunático, el caballo de Gardel, quien apostaba a las carreras por
telegrama cuando estaba en Europa o en Estados Unidos. En una carta a su
apoderado Armando Defino le indica: .me avisarás cuándo anotan y el
día que corran la carrera para palpitarla desde aquí con la barra de
secos que me rodean.....
Cantó al fútbol, al box, pero las carreras de caballos, los llamados
.lujos camperos. de las tierras del Plata, se prestaron a las mejores
melodías y metáforas de la vida en su voz.
Alzan las cintas; parten los tungos
como saetas al viento veloz...
Detras va el Pulpo, alta la testa
la mano experta y el ojo avizor.
Siguen corriendo; doblan el codo,
ya se acomoda, ya entra en acción...
Es el maestro el que se arrima
y explota un grito ensordecedor.
"Leguisamo solo!..."
gritan los nenes de la popular.
"Leguisamo solo!..."
fuerte repiten los de la oficial.
"Leguisamo solo!..."
ya esta el puntero del Pulpo a la par.
"Leguisamo al trote!..."
y el Pulpo cruza el disco triunfal.
No hay duda alguna, es la muñeca,
es su sereno y gran corazón
los que triunfan por la cabeza
en gran estilo y con precisión.
Lleva los pingos a la victoria
con tal dominio de su profesion
que lo distinguen como una gloria,
mezcla de asombro y de admiración.
MILONGA BURRERA
Letra de Ernesto Cardenal
Letra de Jaime Vila
Por mi fiebre por los chuchos, y mi alma de jugador
andaba de mal en peor, yo que me las daba de ducho
casi voy a juntar puchos, ustedes no me van a creer
pero supe resolver mi situación harto flaca
con la compra de un yobaca me hice trompa y entrenière
y siguiendo el consejo de mi amigo Remersolo,
me compré un caballito de carrera
- y dígame, socio, resulto bueno el caballo?
Era un burro sangre pura, flaco como un cacho de hilo
pesaba dieciocho kilos con el freno y la montura
sacarme 'e la mishiadura, fue mi propósito cierto
y lo llevé a Don Mamerto, un veterinario púa
que salvó al lungo garúa cuando lo daban por muerto.
y para mi que tenía la precisa, el hombre, amigo!
Me devolvió un mancarrón fiaca, panzón y mañero
parecía un cadenero del tiempo 'e la inundación
lo llevé pa'l corralón del petiso Carbajal
como buen profesional sin demorar un momento
empecé el entrenamiento con vistas al Nacional.
y salvado el hombre, con todos los guitarristas!
Con él hice maravillar, el matungo progresaba
en pocos meses marcaba 6.2 1/5 la milla
lo relojio un tal Padilla que lo seguía de a pié
eso renovó mi fe en mi fantástico pingo
y un histórico domingo no se si ya te conté
la última vez le tuvieron que tomar el tiempo con un almanaque!!
Cuando mi pingo pisó las arenas de Palermo
Artigas se sintió enfermo, y Legui se las tomó
mi yobaca se alineó entre un lote de campeones
los vasos como pisones, la panza casi rasante
parecía un elefante en un montón de ratones
flor de caballo, amigo! Solamente le faltaba el trole!
La indiada grito ¡largaron!!!! y ahi fue el merengue, dios mío!!!
un pingo rajó pa'l río, los otros se desbocaron
Datos y fijas fallaron, nunca se vio nada igual
y mi robusto bagual, al tranquito y sin alarde
llegó tres dias más tarde, pero ganó el Nacional.
MILONGA QUE PEINA CANAS (Milonga turfística)
Letra de Alberto Gómez
Musica de Alberto Gómez
Allá en el tiempo de jopo
peinado al agua florida,
cuando era linda la vida
y era mi escuela un stud,
nació mi amor por los pingos
con "Stiletto" y "Surplice"
y ese amor echó raíces
al llegar mi juventud.
Las chaquetillas famosas
dejaron en mis oídos,
fru-fru de tiempos queridos
que ya no pueden volver
y hoy que tengo la cabeza
cubierta por tanta nieve
con los hijos de "Congreve"
vuelvo a rejuvenecer.
Milonga que peina canas
y llora por "San Martín"
"Amianto", "Niobe", "Porteño"
"Cordon Rouge" y "Pipermint".
Milonga que peina canas y ablanda mi corazón
como "Olmand" o "Botafogo",
"Rico", "Lombardo" y "Macón".
Yo vivo con los recuerdos
de "Floreal" y "Melgarejo"
"Mouchette", "Omega", "Bermejo",
"Mineral", "Cocles" o "IX",
y cuando llegue la hora
de dar el último abrazo,
me iré pensando en "Payaso"
para morirme feliz.
Y está llorando la pena
porque Argentino Gigena
se fue sin decirme adiós,
nosotros también milonga
pensando en tiempos remotos,
con muchos boletos rotos
tendremos que ver si hay Dios.
Cidade Jardim
2- Portobelo está a vontade na turma. Blessed Mustang, mesmo na areia, merece atenção.
3- Romany Queen está desenturmada e não sentindo a ausência deve ganhar. As diferenças ficam pr conta de É Pra Quem Pode e Kleist.
4- A parelha seis conta com dois animais com chances dilatadas. Aparentemente, Boarts é a única diferença.
5- Sierra Valley é outra do Araras com enormes possibilidades. Baby Mermaid e Rainha Rápida são as inimigas. Das paulistas a melhor é High Blue.
6- Três nomes decidem a prova: Outubro, Power New e Coronel Saldanha.
7- Indian Minister é bom cavalo mas pode ser guerreado na frente por És Charmoso. Caso isso aconteça, Bigben Do Gegê vai agradecer, sendo o melhor placê da prova.
8- Repos Du Guerrier vai a reabilitação.
9- Lindo páreo, até parece Clássico. Olympic Gatsby e Iamwhatiam são os melhores nomes.
10- Kefemina não pode perder contra estas. Pie In The Sky, Fun e Kadetokio lutam pela formação da dupla.
15 novembro 2008
Acertou
O tango e o turfe: Letras de N a Z
Letra de Francisco Leodiacono (Barquina)
Musica de Juan José Riverol
Compuesto en 1950
Mirando tu performance
del hipodromo platense,
nunca al marcador llegaste...
Siempre fuiste "No Place".
Se lo sento en la largada...
La pecharon en el codo...
Eso grito la gilada
y por eso te compre...
Me pase una temporada
al cuidado de tus patas...
Te compre una manta nueva
y hasta apolille en el box...
Relojeandote el apronte,
la partida a palo errado...
Yo no se quien me ha engañado!
Si fuiste vos o el reloj!
Te anote en una ordinaria...
Entraste medio perdida...
Dijeron:es por la monta
o es bombero el cuidador.
Es tu sangre que te pierde,
hija de... Desobedencia...
No saldras de perdedora
pues te falta el corazón.
Ahora corres en cuadreras...
No tenes la manta aquella...
No te preocupa la monta,
el stud ni el cuidador...
Pero si algun día de estos
te vuelvo a ver anotada,
yo me juego la parada
porque soy buen perdedor!
PALERMO
Letra de Juan Villalba
Letra de Hermido Braga (Domingo Herminio Bragagnolo)
Musica de Enrique Delfino
Compuesto en 1929
presentado el 1 de marzo de 1929. Gardel lo grabo el 23 de octubre
del mismo año.
Maldito seas, Palermo!
Me tenes seco y enfermo,
mal vestido y sin morfar,
porque el vento los domingos
me patino con los pingos
en el Hache Nacional.
Pa' buscar al que no pierde
me atraganto con la Verde
y me estudio el pedigre
y a pesar de la cartilla
largo yo en la ventanilla
todo el laburo del mes.
Berretines, que tengo con los pingos,
metejones, de todos los domingos...
Por tu culpa me encuentro bien fane...
Que le voy a hacer, así debe ser!
Ilusiones del viejo y de la vieja
van quedando deshechas en la arena
por las patas de un tungo roncador...
Que le voy a hacer si soy jugador!
Palermo, cuna del reo, (1)
por tu culpa ando sin cobre, (2)
sin honor ni dignidad;
soy manguero y caradura,
paso siempre mishiadura
por tu raza caballar.
Me arrastra más la perrera,
mas me tira una carrera
que una hermosa mujer.
Como una boca pintada
me engrupe la colorada
cual si fuera su mishe.
(1) En otra versión se oye: "Palermo, cuna del orre"
(2) En otra versión se oye: "por tu culpa ando sin medio"
PALITO, DOCENA, MEDIA
Letra de Roberto Morel
Musica de José Paradiso
Musica de Luis Anastasio
Canta: Jorge Vidal
Vaya parando la oreja,
todo el "longi" quinielero,
que viene un taita orillero,
en el arte de apuntar,
hay que saber "jotrabar",
de "caños" y "manyamientos",
yo "jotrabo" con el muerto,
sepultado en el melon,
y zarpo de refilon,
la precisa en el momento.
Yo banco de combinado,
de puro mate asentado,
y a cada "tungo" apostado,
le bicho la boleteada,
yo nunca tuve mancada,
no soy como aquel chabon,
que "jotraba" a lo carton,
yugando de papeleta,
y se morfa la boleta,
acompañao de un garron.
BIS
Palito, docena media,
fue de quinta el marcador,
treinta y diez a ganador,
la docena tres con treinta,
la media cuatro noventa,
de sexta borrado el uno,
y sobre el pucho rejuno,
por si viene la "cabron",
pa' darle cara al "boton",
con un chamuyo oportuno.
Vaya un cinco a Tucuman,
pone el "toco" al doble tres,
y al fraile con el reves
y a palo pa'l Nacional,
en los diez primeros van,
el trio por separado,
con un felpa colorado,
salute, le pianto al tubo,
y ahi nomas me quedo mudo,
con el mate descargao.
Ya ve el otario a la gurda,
lo que este "ñorse" camina,
tengo "checo", "percantina"
y el santo dentro e' la zurda,
todo gil que se embalurda,
no se puede entreverar,
hay que saber "jotrabar",
con la testa bien templada,
pa' que no tengan mancada
y aprendan a laburar.
PACIENCIA SERA OTRA VEZ
Letra de Manuel Beron
Musica de Carlos Rebeiro
Milonga
Con el dato que me dio,
el petiso en el cafe,
sali para el h.p.
dispuesto a jugarme todo,
empeñe mi sobretodo,
y hasta la viola vendi,
el asunto iba a venir,
porque estaba decretado,
y tanto me aseguraron,
que hasta en taxi me fui.
Llegue cuando la tercera,
se largo con dos de atraso,
en la cuarta dije!paso!,
porque no quise poner,
la quinta fue para ver,
la estrampa del super crack,
y en la sexta fui a jugar,
al pingo de la fortuna,
y me fui pa' la tribuna,
cuando se iba a largar.
y en un final hacha y tiza,
con bandera verde y dodo,
el pingo del acomodo,
vino a cuarenta y chirolas,
y cuando fui pa' la cola,
a cobrar el dividendo,
un cosa que estaba viendo,
me dijo!oiga morocho!,
sus boletos son del siete,
y el ganador es el ocho.
Y para darme más bronca,
cuando al bulin regrese,
a mi negra la encontre,
anunciando el batacazo,
no pude más y un sillazo,
a la radio le mande,
y despues me console,
pulsando una escoba vieja,
y cantando asi en mi queja,
!paciencia, sera otra vez!
PAN COMIDO
Letra de Enrique Dizeo
Musica de Ismael Fiorentino Gómez
Compuesto en 1926
Fue estrenado en el café "Nacional", en 1926, por el cantor Pablo
Eduardo Gómez, hermano del autor de la musica. Carlos Gardel lo grabo
el 18 de febrero de 1927.
Sos un caido de la cuna, un pobre gato, un maleta.
En los handicaps corridos siempre quedaste parao.
Te has perdido el vento al poker porque no tenes carpeta
y, sin embargo, en la vida nunca falta un guey corneta
que haga correr la bolilla que sos un tigre mentao.
El hombre en pista liviana,
en barrosa y en pesada
si tiene sangre en las venas
jamás se debe achicar...
Y a vos te han visto hacer buches
amainando en la parada...
Tendras muy buenos aprontes,
sos de mucha atropellada
pero, en finales reñidos,
sos mandria, sabes temblar.
Si no hay clase, por que causa la vivis dandote dique?
Al fin y al cabo, que hazaña en tu cartilla cayo?
Segui no más bellaqueando, creyendote un buen dorique
que, si me apuras un poco, vas a quedar en el pique
pa' que chillen los muchachos que en todo primero yo.
Lo que uno sabe de viejo
a vos te falta, botija.
Sos potrillo de dos años.
Recien daras mucho sport
cuando andes como yo anduve
como bola sin manija...
Tenes que nacer de nuevo
para correrte una fija...
Aunque te jugues el resto
no llegas al marcador.
No servis pa' acompañarme ni siquiera en la partida.
No tenes chance ninguna... Pa' mi que sos roncador...
Nunca marcaste buen tiempo... Es muy pobre tu corrida...
si no te abrís en el codo te mancas en la tendida.
Te falta más performance pa' salir de perdedor.
POR UNA CABEZA
Carlos Gardel.
Alfredo Le Pera.
El tango que Al Pacino baila en "Perfume de mujer" (dirigida en 1992
por Martin Brest) es "Por una cabeza". Puedo contar una anecdota
muy cortita acerca del film y la elección el tango que figura en esa
secuencia. Los productores de "Perfume de mujer" habian pensado en
incluir el tango "Vida mia" pero cuando solicitaron a SADAIC permiso
para utilizar el tango de Fresedo, consideraron excesivo el cachet
fijado por los herederos del compositor. Fue así que optaron por el
tango de Gardel, cuyos derechos autorales habian pasado ya al dominio
publico, cumplidos 50 años de la muerte del Zorzal y de Le Pera.
Por una cabeza de un noble potrillo
que Justo en la raya afloja al llegar
y que al regresar parece decir:
No olvides, hermano, vos sabes, no hay que jugar...
Por una cabeza, metejon de un dia,
de aquella coqueta y risueña mujer
que al jurar sonriendo, el amor que esta mintiendo
quema en una hoguera todo mi querer.
Por una cabeza
todas las locuras
su boca que besa
borra la tristeza,
calma la amargura.
Por una cabeza
si ella me olvida
que importa perderme,
mil veces la vida
para que vivir...
Cuantos desengaños, por una cabeza,
yo jure mil veces no vuelvo a insistir
pero si un mirar me hiere al pasar,
su boca de fuego, otra vez, quiero besar.
Basta de carreras, se acabo la timba,
un final reñido yo no vuelvo a ver,
pero si algun pingo llega a ser fija el domingo,
yo me juego entero, que le voy a hacer.
POR CULPA DEL ESCOLAZO (Milonga)
Letra de Mario Cecere
Musica de Roberto Grela
Por culpa del escolazo
me quedé bien en la via,
las cosas que mama mía
me tuve que apechugar!
Ya no podía empilchar,
andaba misho de fasos,
y al no gustarme el pechazo
ni los grupos pa'filar,
para poder escabiar
del whisky me fui al quebracho.
Ya no aporté más al feca,
ni a la barra de la esquina,
le rajaba hasta a las minas
por si había que garpar.
No faltó pa'completar
aquella cancha barrosa,
cuando una grela rasposa
que mi bulín compartía
se las tomara un buen día
al ver fulera la cosa.
Empeñé el zarzo y el bobo,
refundí hasta la marroca,
del centro me fui a la Boca
a vivir en un altillo;
el aire de conventillo
me fue ganando de apuro
a fuerza e'marroco duro
ya no podía tirar
y al no poderme aguantar
m'hice amigo del laburo.
Hoy le rajo al entrevero
de timbas y de paradas
minga de vida alocada
ya no tira la carpeta;
una paica que me aquieta
acusa los beneficios
y sin hacer sacrificios
cuando hay tornillo en invierno
me tomo el sol de Palermo
de paso despunto el vicio.
PREPARATE PA'L DOMINGO
Letra de José Rial
Musica de Guillermo D. Barbieri
Compuesto en 1931
José Gobello: Conversando tangos. Buenos Aires: A. Peña Lillo Editor, 1976.
Uno de los alejandrinos de Preparate p'al domingo pasó al repertorio de los
refranes porteños o, tal vez, se ha convertido en uno de los artículos del
código de la ética porteña: Los amigos se cotizan en las buenas y en las
malas... La letra continúa:
A mi me dieron la chaucha y la reparto con vos.
Nadie ignora que la preocupación dominante en esta época, la que desata
revoluciones e inspira doctrinas político-sociales, es la justa distribución de
la chaucha (1). ¿Qué pasaría si todo el mundo, siguiendo la conducta del
protagonista de este tango, repartiera la chaucha? ¡Pero qué van a
repartir!...
Preparate p'al domingo es de fines de 1931. En la grabación que Gardel hizo para
Odeón (2) suenan tres guitarras: las de Barbieri, Riverol y Vivas. El autor de
la música es Barbieri y el de la letra, José Rial, un vate popular del Parque de
los Patricios, que ya había compuesto con Barbieri el vals Rosa de otoño,
convertido más tarde en el tango Tus violetas. Rial, por lo que yo sé, no dejó
grandes letras, pero ésta es realmente digna de las antologías. No podría
afirmar si conforma un pequeño tratado de psicología burrera, pero creo que
refleja más de un perfil de la psicología del porteño; del porteño que todo lo
espera de la casualidad, del deus ex machina, y muy poco espera de su esfuerzo;
del porteño que no cree demasiado en la rentabi1idad del trabajo (3). La ristra
de alejandrinos comienza de este modo:
Preparate p'al domingo, si querés cambiar de yeta...
Y termina,
Podemos decir que hay Dios.
El porteño está persuadido de que para cambiar de yeta -no de suerte; el
porteño da por descontado que la suerte le es extraña, que le es ajena, que
solo le ha sido reservada la yeta- hace falta la intervención de la Divina
Providencia a través del azar.
Uno podría suponer que esa conformación mental ha ido cambiando y que, con el
más alto nivel de vida, con la mejor calidad de vida, el porteño ha ido
comprendiendo que su trabajo, su esfuerzo, si no para tener un capital que la
inflación demuele implacable, al menos le puede servir para tener cosas -el
automóvil por ejemplo- que contribuyen a cambiar su yeta. Sin embargo, el éxito
espectacular del PRODE demostró que la confianza en el azar, en el golpe de
suerte, en el batacazo, permanece intacta. Cambiar de yeta gradualmente,
paulatinamente, no tiene gracia. La tenía para los inmigrantes. Pero el porteño
-y el porteño es, fundamentalmente, un hijo o un nieto de inmigrantes- ha visto
al gringo y al gallego laburar toda la vida sin disfrutar la vida; trabajar para
que disfruten los hijos (o los yernos). El porteño no comprendió, ni le interesa
comprender, que el trabajo, en sí mismo, puede constituir un placer. Cambiar de
yeta trabajando le parece una incongruencia, porque ve al trabajo como una yeta
y la yeta no puede curarse con más yeta. La única posibilidad de cambio la
ofrece el azar y el porteño se emperra en esperarlo todo del azar.
Creo que este poeta popular, José Rial, expresó al porteño con gracia, con
ironía y, seguramente, sin proponerse hacerlo. Y creo que lo expresó mejor que
otras letras contemporáneas que buscan afanosamente expresarlo. Inclusive,
expresó Rial el sentimiento de la amistad que todavía se conserva y ojalá no se
pierda. En Buenos Aires, frente a cada dificultad probable, lo primero que
preguntamos es: ¿no tenés un amigo en tal parte? Un amigo siempre facilita un
trámite, ayuda a resolver problemas. En la grabación de Gardel puede observarse
cómo el gran intérprete cambia el tono cuando dice eso de los amigos se cotizan
en las buenas y en las malas. Se pone más enfático, quizá un poco dramático,
como si estuviera diciendo algo -y lo está diciendo- en lo que cree
profundamente y que no debe tomarse en broma.
Este tango no se canta mucho. Y no hace falta que lo canten. Dos, por lo menos,
de sus versos han pasado al patrimonio popular. Dentro de cincuenta o de un
centenar de años estarán folklorizados. A más no podía aspirar José Rial.
1. La chaucha es la judía verde y las chauchas, en lenguaje familiar y
figurado, son las monedas de poco valor. En quechua cháucha vale por patata
aguanosa. La primera acepción -judía verde- procede de otra anterior, ya
perdida; la de papa menuda que se deja para semilla. En cuanto a la segunda
acepción ella es chilenismo (chauchas o chirolas llamaron los chilenos a las
monedas de veinte centavos que reemplazaron a fines del siglo pasado, a las de
dos centavos) Pero Rial emplea aquí la palabra chaucha en el sentido de lo
beneficioso, lo bueno, lo favorable. A este significado se llega por asociación
con papa: una papa -ya se sabe- es algo muy conveniente.
2. De acuerdo con la discografía de Gardel compilada por Boris Puga, fue grabado
el 4 de setiembre de 1931.
3. "Trabajando nadie se hace rico", dicen los porteños.
Preparáte pa'l domingo si querés cortar tu yeta;
tengo una rumbiada papa que pagara gran sport.
Me asegura mi datero que lo corre un buen muñeca
y que paga, por lo menos, treinta y siete a ganador.
Vos no hagas correr el yeite, atenéte a mis informes;
dejá que opinen contrario Jornada y La Razón.
Con mi dato pa'l domingo podés llamarte conforme...
Andá preparando vento; cuanto más vento, mejor.
El bacán que con empeño
me asegura tanta guita
me ha pedido que reserve
la rumbiada que me da.
Vos no hagas correr la bola
entre gente que palpita
porque estos datos pulentas
se brindan por amistad.
Dejá que los entendidos palpiten sangre y aprontes
de toda la parentela de la raza caballar.
Yo me atrevo a asegurarte que va a ganar al galope
el potrillo "Patas Blancas", hijo de "Necesidad".
No te violentés al vamos porque la tirada es larga
y al mirar dos patas blancas cruzando el disco final,
acamalá tu fortuna con treinta y siete por barba...
Después te espero en el "Conte", pa' poderla festejar.
Los amigos se cotizan
en las malas y en las buenas.
A mí me dieron la chaucha
y la reparto con vos.
Con esos cuatro manguillos
se acabaran nuestras penas
y entonces sí que podemos...
¡podemos pensar que hay Dios!
SALVAME LEGUI
Letra Nolo López.
Musica Oscar Roma.
Estoy perdido. no tengo chance
no tengo amigos, no tengo amor.
Palermo solo, tiene la culpa,
su bruja arena me engualicho.
Busco desquite pero no viene
todos los datos son N. P.
Fui contra siempre del viejo Legui,
pero esta vuelta me juego a el.
Salvame Legui... Salvame Legui,
a tu pericia van mil y mil.
Y si se hace. Salvado el hombre...
"chau" a los "buros"
"pianto" a Paris.
Salvame Legui... Salvame... Legui,
Pulpo querido, por caridad
Traelo cerca, largalo justo
apenas pises la popular.
Mirame viejo como he quedado
hablando solo: pobre de mi...
Me vienen Legui mal los borrados
todas las pierdo por la nariz.
Me jugue un paco por una fija,
de esas fijotas "pone y cobra".
Y me dijeron: "tene paciencia"
hubo decreto y fue pa'atras.
SOY UNA FIERA (COMO LO CANTA GARDEL)
Letra de Francisco Martino
Compuesto el 16 de diciembre de 1926
Milonga
Grabación en el, para entonces, nuevo sistema eléctrico. Se continuó
con la numeración asignada a las grabaciones eléctricas, después de
solucionar problemas iniciales. Con acompañamiento en guitarra de
José Ricardo y Guillermo Desiderio Barbieri. Versión de F.
Fiorentino con la orquesta de Ástor Piazzolla.
Tema: De burros, carreras de caballos y personajes de ese ambiente.
Los domingos me levanto
de apoliyar mal dormido
y a veces hasta me olvido
de morfar por las carreras.
Me cacho los embrocantes,
mi correspondiente habano,
y me pillo un automóvil,
para llegar bien temprano.
(Dicho)
Y tengo que llegar a abrir el portón
!si no,se suspenden las carreras¡
(Cantado)
Carreras, guitarras, gofo,
quinielas y cabaret,
es el berretín más grande
que siempre, digo, tendré.
Y aunque pa'jugarme el vento,
bien rumbeao, soy una fiera,
con toda mi gran cartusa,
siempre salgo en la palmera .
(Dicho)
Y que he de hacer, !mala suerte, pero me gusta, tengo que morir¡
(Cantado)
El sábado por la noche
compro la Critica 5ta
y si me piace la pinta
el pronóstico que da,
lo escolaso si es Rodríguez
o el que lo corre es Canessa,
pero viene Leguisamo
y se las da en la cabeza.
(dicho)
!Hay que creer viejo, eh, muñeca, muñeca¡
(Cantado)
Cuando alguno me da un dato,
es casi un caso clavao,
que si no larga parao,
en la largada hocicó,
o si no es una rodada,
o porque se abrió en el codo,
y nada manya, !qué va¡,
salida muerto en todo.
(dicho)
!Y que querés italiano querés opinále viejo, más que ópera, ni ópera¡
(Cantado)
Pero cuando tengo el paco,
esto es con poca frecuencia,
sin tanto grupo ni ciencia,
cato el programa !y ya está¡
!que paga tres bataraces ¡
pero afana no hay reclamo,
no hay que hacer, pa estas papas,
me lo elijo a Leguisamo.
(dicho)
!Y hasta el domingo, me colás en la primera
quiero ser, que he de hacer, hay que vivir¡
TARDECITAS ESTULERAS
Letra de Héctor Marcó
Musica de Héctor Marcó
Ricardo prepará el mate
y alguna copita fuerte
que pa' relojear mi suerte
voy a caer al estud
y si ya diste ración
entrompetá los potrillos
el alazán y el tordillo
han de brillar como luz.
Ajustales el vendaje
no les mezquinés la cama
úntale bien el masaje
ancas paleta y riñón
y si andan de manos tiernas
cuidao con el sobre caña
las cuerdas por donde cañan
ranilla, vaso, y garrón.
Vigiláme los peoncitos
en las mañanas de apronte
dale a Chiafa que los monte
y acomodáte el reloj
que aligerao por tu mano
en las primeras partidas
allí nomás de salida
marcarán cuarenta y dos.
Después buscale una corta
si no es mil cuatro, una milla
que al cerrar las ventanillas
cuando alce el reo el clamor
en un final de emociones
de pingos y chaquetillas
allí estarán mis colores
al tope del marcador.
Mi gloria es ser burrero
tener un Pur-sang de escudo
será porque de muy tierno
me hice a la buena de Dios
y allá por el año treinta
en los asaos de Berasa
conté mis primeras basas
junto a las puertas de un box.
Tardecitas estuleras
de San Isidro y Palermo
si no las vivo me enfermo
por eso grito en salud.
Ricardo prepará el mate
y alguna copita fuerte
que pa´ relojear mi suerte
voy a caer al estud.
TE LO DIGO POR TU BIEN
(Lo canta Rivero)
Vos sos el campeon de la cuajada,
la leche pasteurizada
y del agua mineral.
Y cuando ya estas bien embalado
te metes a un continuado
y la farra rematas.
Mirando dibujos animados
sos feliz morfando helados
y pastillas de anana.
Y en colectivo o en tren
yendo o viniendo
te la pasas leyendo
revistas de Tarzan.
Sangre de pato,
avivate frate mio
te vas a morir de frio
si no aprendes a escabiar.
Despertate
anda un poco a la carreras
y a la farra milonguera
a bailarte un buen gotan.
Sacudite
la tierrita de la solapa
buscate una mina papa
y venite pal trocen.
Bien empilchado y con un faso
entre los labios
haceme caso otario
te lo digo por tu bien.
Vos nunca sentistes el gustazo
de ir a ver unos tortazos
en el ring del Luna Park.
Y si en Boca o en River
no has estado y nunca
y nunca fuiste al paddock
a ver un nacional.
Decime si sos un poco piola
para que tenes la sabiola
si no es para saber.
Que la ruleta no queda en la Salada
y que el doce no es clavada
jugando al pase ingles.
Si hasta la mina
se te va a morir de hastio.
Avivate frate mio,
te lo digo por tu bien.
TIRATE UN LANCE
Letra de Oscar " Cacho" Valles
Musica de Oscar " Cacho" Valles
De gusto andas yugando por cuatro cobres,
cinchando como un burro de sol a sol.
Si todos los domingos, salis del sobre
y yo, ya tengo el dato "del marcador".
Palermo, San Isidro, Los Eucaliptos, veni que
esta la papa, vas a saber lo que es
un "biromista" y un "arbolito",
lo que es prenderse a un pingo
con cien y cien.
Tirate un lance!,
que haces en casa
mirando futbol, televisión...
Legui, Saurito, Etchart y Chiafa
te fortifican el corazón.
Tirate un lance!
hoy corre "la Gringa",
ponele "el paco", no va a perder.
La vara electrica y la "jeringa"
son las virtudes de su "entregneur".
Tirate un lance!,
la suerte es loca
como la boca de una mujer.
El mundo ya esta frito, como un tocino.
Los yankis tiran bombas, chilla el Viet-Cong,
lo' rusos pa' la luna van en camino,
y vos seguis yugando, como un leon...
No ves che Policarpo que aqui el que pierde
es el que sincha y suda para comer.
Prendete en un final de bandera verde
que si no te salva un pingo...quien lo va a hacer.
Tirate un lance!, la suerte es loca,
como la boca de una mujer.
En realidad no se cuan viejo sea este Tango, yo soy cantante y lo
tengo dentro de mi repertorio. Lo interpretaba don Edmundo Rivero y
aparece dentro de sus discos "En Lunfardo". Contiene muchas palabras
pertenecientes al discurso lunfardo, y es por esto que me permito
incluir "definiciones" de aquellos terminos que han caido en desuso
en el propio Rio de la Plata, pero que los amantes de este "lexico",
gustamos rescatar.
Yugando=cinchando............trabajando
Sobre........................cama
Marcador.....................tablero indicador de las carreras, en el hipodromo
Palermo, San Isidro y Los Eucaliptos....nombres de hipodromos de Buenos Aires
La Papa......................lo bueno, provechoso.
Biromista=Arbolito...........los que toman apuestas clandestinas en
o cerca del hipodromo."Biromista", por la birome, la lapicera que
utiliza para tomar las apuestas, y "arbolito" porque estos personajes solian
estar ocultos tras los arboles. Era un mercado de apuestas "clandestino".
Pingo........................caballo
Tirate un lance..............proba tu suerte, "arriesgate".
Legui, Saurito, etc...........nombres de jinetes famosos.
La Gringa....................idem.
El paco......................un paquete de dinero.
Vara electrica...............picana para "estimular" al caballo.
Jeringa......................doping para el caballo.
Entregneur...................entrenador del caballo.
Estar frito..................estar perdido
Chilla.......................grita
Sincha y suda................trabaja y transpira
VAMOS... TOPO TODAVíA
Letra de Vicente Demarco
Musica de Vicente Demarco
Tango
Intérpretes: Juan D'arienzo: "Vamos topo
todavía" cassette rca tms 45262
canta: Alberto Echague
En el disco esta la suerte cuando hay una muñeca
que trabaja la carrera y al frente siempre más
en la monta esta el secreto que alborota la perrera
cuando saliendo del codo al pingo lo entra a apurar.
Bien calzado en el estribo, se levanta de la silla,
va con todo, juega el resto, encabeza el pelotón...
hay un grito que lo empuja: ¡vamos "topo" todavía,
se arrodillan los muchachos... y en la raya es ganador.
II
¡Vamos "topo" Sanguinetti
¡dale "topo" siempre al frente!
a tu paso,
levantás la popular,
en el padddock
entre "cambas" y papusas
hay revuelo en las minusas
cuando te gritan ¡papá!
La pizarra es la sentencia de los que no te jugaron
las estadísticas dicen la verdad del marcador,
que se rompan la cabeza los otarios, los porfiados,
que las carreras se ganan con el ojo y el reloj.
Tu fusta va de caricia cuando al noble le das rienda,
me lo recordás al "pulpo" cuando en firme te apilás,
a Ireneo Leguisamo, el maestro inolvidable,
lo llevás dentro del alma, ¡topito del Uruguay!
Dá-lhe Taludo!

Espero que meu sobrinho Taludo continue honrando a família, como tem feito.
Gávea
2- Mais um que sobra muito: Space Oddity.
3- O Paraná promete fazer rapa, desta vez com Balfour que também encontra turma fraca para seus recursos. A dupla com Kadois é certa.
4- Somente a distância pode tirar o triunfo de Amor Surpresa. Os outros gostam é da grama.
5- Finalmente um páreo equilibrado. Vou de Qui Soldato, mas Indecent ( pode fugir na frente e não ser mais alcançado) e Chilavert que ainda procura o melhor de sua forma são inimigos.
6- Mais uma que vem do Paraná, sem condições de perder: Tangará.
7- Site Oficial merece o favoritismo. That Summer e Polish De Naranjos podem incomodar.
8- Senhor Fidalgo, que vem tendo percursos desfavoráveis e Mimoso que correu páreo mais forte, decidem. Gosto mais deste último.
9- Olympic Election vai gostar da enturmação. Stop Shop e Herói Fritz são grandes inimigos.
Retificação de retrospecto
127 26/07/08 7º(09) 04 R.Barros (ap.1ª) AR 55 A 398 1.0 GM 57s68 6,7 CMD1 2º Olympic Castle(56) Canastra Limpa(55) 11 1/4
960 14/06/08 3º(09) 04 R.Rosario AR 56 A 398 1.3 GL 1m17s10 48,9 NO 9º Itaia(56) Pulperia(54) 7 3/4
349 01/03/08 9º(10) 10 R.D.L.Santos AR 55 A 400 1.1 AP* 1m07s70 76,3 NO 9º Cat Woman(55) Calé(55) V.
211 02/02/08 9º(09) 01 A.Gulart AR 56 A 400 1.1 AM* 1m10s58 40,3 NO 7º Alegria de Pobre(55) Sierra Valley(55) 19
14 novembro 2008
Argentina 2008 – Inscrições de São Paulo
COPA DE LA PLATA ARQ.ROBERTO VASQUEZ MANSILLA – (Gr. I)
2.000 m grama
Éguas de 3 e ma is anos
260 mil pesos argentinos (aprox. U$ 78.500 ) à ganhadora
Inscrições na Comissão de Turfe do JCSP até 12:00 h de segunda-feira 17/11.
Para dia 13 de dezembro
GP CARLOS PELLEGRINI – (Gr.I)
2.400 m grama - Pro d u t o s de 3 e ma is anos.
840.000 pesos (aprox. U$ 253.600 ) ao ganhador
GP JOAQUÍN S.DE ANCHORENA – (Gr.I) –
1.600 m grama - Pro d u t o s de 3 e ma is anos.
170.000 pesos (aprox. U$ 51.300) ao ganhador
GP FÉLIX DE ALZAGA UNZUÉ – (Gr.I) –
1.000 m grama - Pro d u t o s de 3 e ma is anos.
100.000 pesos (aprox. U$ 30.200) ao ganhador,
Inscrições na Comissão de Turfe do JCSP até 12:00 h de segunda-feira 24/11.
Ia indicar
Vejam bem: No 1° páreo Quarter Buck não está na distância ideal mas sobra na turma. No site do Jockey não há um comentário sobre trabalhos e não aparece o peso.
No 2º páreo, prova obrigatória do Pick 3, formaram um páreo com dois estreantes com raça e pedigree para as retas. Também não se vê comentários. E ainda tem o reaparecimento do Ubermatch.
No 3° páreo em seis inscritos, quatro são de um mesmo treinador. Quem entrou para formar o páreo? E o favorito Arroba Ponto Com está fora da baciada.
Parei por aqui. Não vou entrar nessa “ação entre amigos”. Se ainda houvesse pelo menos a antiga mesa redonda, vá lá.
Tem mais: trifetas com garantia de 500 pratas? Será que é isso mesmo?
Vou fazer uma acumulada de placê: Stanton (6º), Happy Best (7°), Hijo Brabo (8°) e Jabildge (mesmo com 59Kg, no 9°)
Favoritos do Tarumã
ASSOCIAÇÃO DOS CRONISTAS DE TURFE DO PARANÁ
CONCURSO DE PALPITES "ACPCCP"
514ª REUNIÃO – DIA 14/11/08 – SEXTA-FEIRA
Gérson | Raphael | Demétrio | Diego |
(260) | (225) | (215) | (210) |
05-03-06 | 03-05-06 | 03-05-04 | 05-01-03 |
01-06-02 | 01-02-07 | 05-01-02 | 01-03-05 |
06-03-05 | 06-02-04 | 06-04-03 | 03-04-06 |
01-02-04 | 01-06-02 | 01-02-04 | 02-04-01 |
05-03-02 | 03-02-04 | 05-04-03 | 03-05-02 |
07-06-03 | 07-03-06 | 07-04-06 | 07-02-06 |
02-06-01 | 06-02-01 | 06-02-03 | 06-05-02 |
02-03-06 | 03-06-07 | 03-02-07 | 06-02-03 |
04-07-06 | 03-04-02 | 03-07-02 | 04-03-07 |
Alessandro | Edson | Ary | Dawson |
(205) | (205) | (160) | (135) |
05-03-04 | 03-05-02 | 05-03-02 | 03-05-02 |
01-05-07 | 06-07-04 | 07-01-02 | 01-05-07 |
06-03-04 | 06-03-02 | 06-04-01 | 03-06-04 |
02-01-04 | 01-02-06 | 01-02-04 | 01-02-06 |
02-05-03 | 02-03-01 | 02-05-03 | 05-04-02 |
07-06-04 | 02-04-06 | 07-06-02 | 07-04-06 |
06-02-05 | 06-05-02 | 06-05-02 | 06-02-05 |
03-06-07 | 06-03-07 | 06-03-02 | 06-03-05 |
04-03-07 | 01-03-04 | 07-03-02 | 01-04-07 |
Favoritos da Crônica
1º Páreo: Quarter Buck 03 (04) – Jangadeiro 05 (04).
2º Páreo: Crystal De Prata 01 (05) – Atirador De Prata 05 (01) – Ubermacht 06 (01) – Popindá 07 (01).
3º Páreo: Arroba Ponto Com 06 (06) – Sagitarius 03 (02).
4º Páreo: Nespresso / Qualidade Total 01 (06) – Fortune Hunter 02 (02).
5º Páreo: Shoei 02 (03) – Mary Lou 05 (03) – Dá-lhe Santarém 03 (02).
6º Páreo: Stanton 07 (07) - Xaolin 02 (01).
7º Páreo: Arretado 06 (07) – Happy Best 02 (01).
8º Páreo: Hijo Brabo 06 (04) – Opô Afonjá 03 (03) – Desatino 02 (01).
9º Páreo: Jabildge/Neteller 04 (03) – Nobilíssimo 01 (02) – Nickel Silver 03 (02) – Great Impression 07 (01).